A realização do doutoramento é “uma longa travessia do deserto”…
Artigo de NELSON MARQUES
“Primeiro é a ilusão. O sonho impossível da tese perfeita, dos prémios internacionais, do reconhecimento dos colegas. Depois, o reconhecimento das dificuldades, a ansiedade, a depressão. “É mais frequente do que se pensa. Tenho tido vários casos desses, algumas dezenas mesmo, sobretudo depressões ansiosas”, conta a médica psiquiatra Maria Antónia Frasquilho. “Vão tolerando a ansiedade até não suportarem mais. As defesas começam a cair e dá-se uma espécie de derrocada”, explica a directora clínica dos hospitais Miguel Bombarda e Júlio de Matos.
A ansiedade, por si, não explica tudo, sublinha a especialista. Regra geral, depois de anos de carreira académica, os doutorandos já criaram “alguma resiliência”, alguma capacidade de lidar com as dificuldades e gerir a frustração. “Para o que não estão preparados é para sentir que não controlam a situação, para as dúvidas quanto à sua capacidade, muitas vezes transmitidas pelos próprios orientadores, que os infantilizam muito. Há uma lesão da auto-estima, um sentimento de desespero e de perda de auto-controlo”.
Na sua investigação sobre os doutoramentos em Portugal – e que foi, aliás, a sua própria tese de doutoramento – a socióloga Emília Rodrigues Araújo compara o processo a “uma odisseia”. Maria Antónia Frasquilho prefere outra imagem: a da travessia do deserto. “É um caminho longo, demorado, muito a sós e sem recompensas imediatas. Não é uma festa. É preciso muita capacidade de sofrimento”, alerta. Para cumprir o percurso sem prejudicar a saúde mental é preciso, por isso, recorrer a algumas estratégias. “Devem concentrar-se em cumprir pequenas etapas e não estarem obcecados com o objectivo final, que gera muita ansiedade. É preciso ter a noção de cumprir um dia de cada vez”, aconselha. E ser flexível. “Não se pode esperar que as coisas corram sempre como planeado”.
Construir uma rede de apoios fora da esfera profissional é também fundamental. Seja na família e nos amigos, ou “frequentando outros grupos”. “Os ‘amigos’ que se vão encontrando no círculo profissional não vão dar muitas vezes – seja por competição, por inveja ou por outra razão – o apoio directo, transparente e sólido que a pessoa precisa. São, geralmente, mais uma fonte de problemas”, conclui”.
BOLSAS PARA O REINO UNIDO DEVEM SER MAIS ELEVADAS, DEFENDE NOVA ASSOCIAÇÃO DE CIENTISTAS PORTUGUESES
22-06-2008
Raquel Oliveira foi eleita a primeira presidente da Parsuk
“As bolsas de estudo atribuídas aos estudantes e investigadores portugueses no Reino Unido devem ter em conta o custo de vida elevado neste país, defende a associação hoje criada para defender os seus interesses. Esta é uma amostra dos problemas específicos que a “Portuguese Association of Researchers and Students in the UK” (Parsuk), que tem o nome em inglês mas está registada em Portugal, pretende resolver.
“O valor das bolsas atribuídas [pela Fundação para a Ciência e Tecnologia - FCT] são iguais para todos os países, mas os bolseiros do Reino Unido são os mais prejudicados devido ao custo de vida elevado em comparação com, por exemplo, Espanha”, salienta a recém-eleita presidente, Raquel Oliveira.
A ideia de criar este organismo surgiu no final do ano, em paralelo à organização do Luso2008, o 2º Encontro de Estudantes e Investigadores Portugueses no Reino Unido, que decorreu no sábado em Oxford. A inspiração partiu da congénere nos EUA, a Portuguese-American Post-graduate Society (PAPS), fundada em 1998, que tem os mesmos objectivos mas para os portugueses a efectuar uma pós-graduação em instituições norte-americanas.
Agora é a vez da Parsuk querer afirmar-se em Portugal e “funcionar como um lóbi”, diz Raquel Oliveira, actualmente a realizar um pós-doutoramento no departamento de bioquímica da Universidade de Oxford. “Uma associação sólida pode exercer uma influência mais forte”, sustenta a investigadora, eleita hoje presidente na única lista candidata aos órgãos sociais.
Contactos com empresas e instituições para tentar encontrar oportunidades “vantajosas” para os seus membros, a criação de uma página de internet e de uma base de dados são outros dos seus propósitos. Um fórum na internet pretende ainda ajudar a manter um contacto “mais contínuo que o Luso” (evento anual) e a formação de núcleos regionais pode facilitar a assistência e acolhimento a recém-chegados ao Reino Unido, fomentando um espírito de “entreajuda” entre associados.
Actualmente, a associação, que hoje realizou em Oxford a primeira assembleia-geral, conta com 80 inscrições, uma fracção ainda pequena da comunidade científica portuguesa no Reino Unido. De acordo com um estudo de Março deste ano da consultora Deloitte, em 2006 encontravam-se no Reino Unido 603 bolseiros portugueses de doutoramento e 83 de pós-doutoramento.
Todavia, este número não inclui bolseiros portugueses de outras organizações internacionais nem investigadores ou académicos ao serviço de instituições britânicas. A Parsuk também quer intervir e exercer influência junto de entidades britânicas, mas Raquel Oliveira reconhece que “a margem de manobra é menor” no Reino Unido”.
Eu hoje estou cruel, frenético, exigente;
Nem posso tolerar os livros mais bizarros.
Incrível! Já fumei três maços de cigarros
Consecutivamente.
Dói-me a cabeça.Abafo uns desesperos mudos:
Tanta depravação nos usos, nos costumes!
Amo, insensatamente, os ácidos, os gumes
E os ângulos agudos.
Sentei-me à secretária. Ali defronte mora
Uma infeliz, sem peito, os dois pulmões doentes;
Sofre de faltas de ar, morreram-lhe os parentes
E engoma para fora.
Pobre esqueleto branco entre as nevadas roupas!
Tão lívida! O doutor deixou-a. Mortifica.
Lidando sempre! E deve conta à botica!
Mal ganha para sopas…
O obstáculo estimula, torna-nos perversos;
Agora sinto-me eu cheio de raivas frias,
Por causa dum jornal me rejeitar, há dias,
Um folhetim de versos.
Que mau humor! Rasguei uma epopeia morta
No fundo da gaveta. O que produz o estudo?
Mais uma redacção, das que elogiam tudo,
Me tem fechado a porta.
A crítica segundo o método de Taine
Ignoram-na. Juntei numa fogueira imensa
Muitíssimos papéis inéditos. A Imprensa
Vale um desdém solene.
Com raras excepções, merece-me o epigrama.
Deu meia-noite; e a paz pela calçada abaixo,
Um sol-e-dó. Chovisca. O populacho
Diverte-se na lama.
Eu nunca dediquei poemas às fortunas,
Mas sim, por deferência, a amigos ou a artistas.
Independente! Só por isso os jornalistas
Me negam as colunas.
Receiam que o assinante ingénuo os abandone,
Se forem publicar tais coisas, tais autores.
Arte? Não lhes convém, visto que os seus leitores
Deliram por Zaccone.
Um prosador qualquer desfruta fama honrosa,
Obtém dinheiro, arranja a sua “coterie”;
E a mim, não há questão que mais me contrarie
Do que escrever em prosa.
A adulaçãao repugna aos sentimento finos;
Eu raramente falo aos nossos literatos,
E apuro-me em lançar originais e exactos,
Os meus alexandrinos…
E a tísica? Fechada, e com o ferro aceso!
Ignora que a asfixia a combustão das brasas,
Não foge do estendal que lhe humedece as casas,
E fina-se ao desprezo!
Mantém-se a chá e pão! Antes entrar na cova.
Esvai-se; e todavia, à tarde, fracamente,
Oiço-a cantarolar uma canção plangente
Duma opereta nova!
Perfeitamente. Vou findar sem azedume.
Quem sabe se depois, eu rico e noutros climas,
Conseguirei reler essas antigas rimas,
Impressas em volume?
Nas letras eu conheço um campo de manobras;
Emprega-se a “réclame”, a intriga, o anúncio, a “blague”,
E esta poesia pede um editor que pague
Todas as minhas obras…
E estou melhor; passou-me a cólera. E a vizinha?
A pobre engomadeira ir-se-á deitar sem ceia?
Vejo-lhe a luz no quarto. Inda trabalha. É feia…
Que mundo! Coitadinha!
Antes que o tempo acabe,
E a madrugada roube um beijo…
Navego em rios de palavras,
No meu barco de desejo,
Aproo os meus sentimentos ao vento,
Testemunha do meu próprio ser,
E digo baixinho, em segredo, o que sinto,
Dando voz ao coração…
Soltam-se as velas, em tempestades de loucura,
Agita-se o mar, nos corpos que se encontram…
E na espuma das tentações que asfixiam,
Morro lentamente sem saber,
Trespassado pela seta de um Cupido…
Subo os cabos feitos das lágrimas que deitas,
No brilho dos teus olhos cheios de alegria,
Num rosto desenhado em perfeição,
Nas promessas sentidas,
Partilhadas e ditas…em perfeitas comunhões,
Feito de ondas que embalam ilusões,
Neste amor que confesso.
Nos teus braços de sereia,
Rapta-me e dá-me tudo o que tens para dar…
Faremos da noite, uma vadia,
Onde nos perderemos nas constelações do céu,
Ao teu lado, deixo-me assim levar, pela maré,
Deslizando em forças que arrepiam o meu dorso,
Nuvens que me abraçam, em ternura e carinho…
E descubro o meu porto de abrigo,
No calor do teu corpo.
Navego, sedento de paixão,
E descubro a cada momento,
Que mato a minha sede, hoje e sempre…
Em ti, antes que o tempo acabe…
Das letras surgem palavras,
Sereno mundo em que me deito,
Respiro perfumes no teu leito…
Em linhos de magia.
Estrelas cadentes que se acendem,
Velas que bailam em encantos,
Pedras fundidas num ouro que brilha,
Histórias de alquimia,
Beijos dos amantes.
Voam aves no horizonte laranja,
Quando o dia abraça a noite,
Ardentes sereias a cantar,
Barcos perdidos, segredos no mar,
Em telas de fundo azul.
Moldo o barro com encanto,
Mãos que transformam,
Constroem o mundo…
Foguetes que queimam o céu,
Cores majestosas acendem o prisma.
Criança que brinca,
Ao som da guitarra no fado.
Mel que escorre da flor que nasce,
Janela que abre para a vida,
Truques em fórmulas de encanto,
Dos sonhos e das conquistas.
Máscaras, rostos pintados,
Olhares e sinais distantes,
Amor imortal…
Ecoou a voz na catedral,
No reino da fantasia.
Roubo o tempo ao tempo,
Dedos que escorrem em ribeiros brandos,
Puros momentos de prazer,
Alambique que molda o sonho,
Fermento que lanço na seara despida,
E das palavras nasce assim a poesia.
Realmente, vivemos tempos sombrios!
A inocência é loucura.
Uma fronte sem rugas
denota insensibilidade.
Aquele que ri
ainda não recebeu a terrível notícia
que está para chegar.
Que tempos são estes, em que
é quase um delito
falar de coisas inocentes,
pois implica em silenciar
sobre tantos horrores.
No meu post sobre a norma da autoridade na persuasão alertei para o facto de que um dos principais problemas desta norma é transferência da autoridade de uma pessoa de um dado assunto para outros na qual essa autoridade não se aplica. Moita Flores é o exemplo prático disso mesmo!
Elevado a personalidade mediática pela facilidade como surge na televisão a comentar todo e qualquer caso policial, ou não policial, Moita Flores assumiu um papel de autoridade que tem vindo a transferir, com sucesso diga-se, para outras áreas onde se percebe não ter conhecimento que lhe permita assumir esse estatuto. Nada melhor qualifica Moita Flores como a designação de “homem dos sete ofícios” que o Marco Santos o designa. Continuando a usar as palavras publicadas no Bitaites, deixo aqui este parágrafo que sumariza na perfeição a situação:
O homem tem o notável talento de dizer lugares-comuns com a mais absoluta das convicções. E esta é uma qualidade óptima para quem quer aparecer em televisão, como qualquer político sabe. E ele também é político. Ele é tudo e mais alguma coisa. Ser ou não ser, para Moita Flores, não é questão que se coloque. Um especialista em banalidades tem convicções sobre o caso Maddie, a polícia, os ladrões, o mar e o campo, o céu e a terra, os santos e os terroristas, as mensagens instantâneas e as comunicações encriptadas, os blogues, a Internet, o que se quiser. Acho que seria até capaz de dissertar sobre a psicologia da torneira da minha casa de banho, se isso implicasse um debate público. Obviamente, não precisava sequer de a usar. Quem viu uma torneira, viu todas.
No meu post acima mencionado escrevi o seguinte:
A melhor linha de defesa contra o uso indevido desta norma é começar por tentar definir se a suposta autoridade de alguém é relevante para o assunto em questão. Devemos também tentar separar a opinião da pessoa que a emite, de forma a avaliarmos os méritos desta e não a aceitarmos com base apenas no estatuto de quem a emitiu.
Quem se deu ao trabalho de ouvir Moita Flores falar percebeu perfeitamente que se trata de alguém que desconhece a realidade da Internet e que se deu ao trabalho de escolher as palavras e chavões que melhor serviam o propósito de atacar a Internet e mais particularmente os blogs. Infelizmente, Moita Flores tem adquirido um estatuto de autoridade exacerbado pelas suas constantes presenças em programas “populares” que irá permitir que as barbaridades que proferiu assumam um estatuto de verdade para muitos portugueses que não têm qualquer contacto com a Internet.
O tempo é fenomenológico. E como diferem os sentidos subjectivos do tempo.
E se juntarmos ao tempo um corpo fenomenológico? O que vemos? Um tempo corporal! Vemos um corpo vivido!
Através do corpo, ou seja, através dos modos de percepção do uso do próprio corpo, vamos tomando consciência de vários corpos: O meu corpo; o corpo que se evidencia aos outros; o corpo objecto de estudo; e o corpo da corporeidade. É deste corpo que me interesse falar: do corpo que me obriga a conhecer-me porque eu sou o meu corpo, como dizia algures um autor de referência num livro de referência.
Sinto que o meu tempo vivido é mais curto que o meu tempo contado. Paradoxalmente, sinto que a parábola da vida marcha, vertiginosamente, para uma fase descendente. É esta falta de homogeneidade no tempo vivido que me permite reescrever a história da vida sob diferentes matizes. Hoje é o tempo. Este continua a ser o meu tempo.
“Este é o tempo
da selva mais obscura
Até o ar azul se tornou grades
E a luz do sol se tornou impura
Esta é a noite
Densa de chacais
Pesada de amargura
Este é o tempo em que os homens renunciam.”
“Uma novidade pode reforçar o arsenal da medicina contra a depressão. Grupos de pesquisadores estão testando a eficácia de marcapassos no controle dos sintomas da doença, [...] Embora ainda experimentais, os estudos têm apresentado resultados animadores. O objetivo da implantação dos marcapassos é o mesmo dos medicamentos orais usados hoje contra a enfermidade. As duas estratégias têm como finalidade reequilibrar a concentração no cérebro de substâncias associadas às emoções.“ Eu achei essa idéia tão absurda que juro que nem soube por onde começar a comentar, escrevi e apaguei este primeiro parágrafo umas três vezes pois em todas acabei sendo “radical” demais ou ofendendo alguém. Melhor apenas defender minha postura: Eu não acredito que a depressão seja de origem genética nem que seja uma doença. Mas eu acredito que nosso corpo possui uma estrutura biológica herdada filogeneticamente para sentir, e em nossa ontogenia, ou seja, durante nosso desenvolvimento, esse corpo vai se adaptando ao meio que vivemos e em conjuntos de situações mais complexas como na perda de um ente querido, dificuldades financeiras, dificuldades de relações interpessoais, entre vários outras possíveis situações agravantes, acabamos adotando comportamentos rotulados como depressivos e nem sabemos como chegamos até tal ponto, muito menos como sair dele. No final das contas, é tão estranho que parece até doença!
O mais engraçado é que apesar de todos esses avanços e pesquisas nos tratamentos medicamentosos para a depressão (e outros transtornos), a terapia comportamental ainda é a mais eficaz.
Mais sobre o assunto em:
BANACO, R. A., Auto-regras e Patologia comportamental. Em ZAMIGNANI, D. R. (org.) Sobre comportamento e Cognição: a aplicação da análise do comportamento e da terapia cognitivo-comportamental no hospital geral e nos transtornos psiquiátricos. Santo André, ESEtec, 2001. (Cap.12)”.
A sua autora somente pretende arrumar alguns conceitos e ideias face à nova etapa de vida direccionada à um Programa Doctoral iniciado recentemente….
As reacções não se deixaram de sentir “o que é um doutoramento?”, “que giro!”, “andas sempre nisso”, “que pachorra”, “não sei como não te aborreces”, blá…blá…blá….
É certo que determinados doutoramentos têm uma raíz medieval e não feudal, porque eram atribuídos pelas universidades que pertenciam ao género mais vasto das corporações. Além disso, os doutoramentos servem (na maioria das vezes) para avaliar a capacidade de um candidato para adquisição de um título Ao fim e ao cabo, não passam de um dos mais antigos mecanismo de avaliação que existem. Claro que nem todos somos perfeitos, mas isso já é outra conversa …para outra ocasião…
Outra forma de doutoramento é o “honoris causa” que testando a capacidade de uma pessoa num domínio técnico, consiste numa graduação meramente honorífica dessa pessoa que se tenha distinguido nalguma actividade.
Este blog é um blog tipo registo diário, semanal ou mensal (dependendo da disposição ou disponibilidade da sua autora) de uma doutoranda em coisas de ciências...
Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
"Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta".
Albert Einstein
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"A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original."
Albert Einstein
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"A libertação da energia atómica mudou tudo, menos a nossa maneira de pensar."
Albert Einstein
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"O estudo, a busca da verdade e da beleza são domínios em que nos é consentido sermos crianças por toda a vida."
Albert Einstein
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"Ninguém educa ninguém, ninguém se educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo".
Paulo Freire
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"A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas".
Francis Bacon