DOCTORICES

Os jovens e o bullying

Outubro 30, 2009 · Deixe um comentário

stop_Bullying“A maioria dos adolescentes acha que o bullying em contexto escolar “sempre existiu e continuará a existir” e encaram com “pessimismo e resignação” o fenómeno, o que torna difícil uma intervenção eficaz e deixa pouca esperança à sua erradicação.

São estas as principais conclusões de uma tese de doutoramento apresentada na Universidade de Granada, em Espanha, e que foi coordenada, entre outros, pela investigadora portuguesa Ana Maria Tomás Almeida, da Universidade do Minho”.

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Nicholas Barr defende propinas e empréstimos a estudantes

Outubro 13, 2009 · Deixe um comentário

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” O economista britânico Nicholas Barr defende que as universidades precisam de propinas para serem mais competitivas e que os estudantes devem recorrer a empréstimos com condições especiais para contornarem a crise económica e prosseguirem estudos superiores.

Nicholas Barr, especialista em financiamento do Ensino Superior, está em Lisboa para participar numa conferência internacional sobre o “Financiamento do Ensino Superior: a crise actual e as perspectivas de Futuro”, que decorre na Reitoria da Universidade de Lisboa.

Para que a crise económica não afaste alunos das universidades e para combater a crise de financiamento no ensino superior, Barr aponta três caminhos: criação de taxas, ou propinas, que tragam mais dinheiro e criem mais competição entre as universidades, empréstimos para que estudantes ricos e pobres possam frequentá-las e uma boa preparação do estudante para o ensino superior”.

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Serão as praxes uma forma de integração do caloiro nas instituições académicas?

Setembro 29, 2009 · Deixe um comentário

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Há quem defenda que sim…mas sabemos que algumas das  práticas realizadas nada têm de factor integrativo …

Ministro avisa reitores para não pactuarem com práticas “fascistas e boçais”

28.09.2009 – 20h36 Lusa

” O ministro da Ciência e Ensino Superior avisou hoje que não vai tolerar abusos nas praxes académicas, denunciando-os ao Ministério Público para responsabilizar quer os seus autores quer as direcções de instituições que permitam que aconteçam.

“Sempre que tenha notícia da prática de ilícitos nas praxes”, Mariano Gago ameaça dar “imediato conhecimento ao Ministério Público” e usar “os meios aptos a responsabilizar, civil e criminalmente, por acção ou omissão os órgãos próprios das instituições do ensino superior, as associações de estudantes e ainda quaisquer outras entidades que, podendo e devendo fazê-lo”, não tenham feito nada para as evitar.

Numa mensagem enviada aos responsáveis máximos das universidades públicas e privadas e politécnicos, o ministro frisa que “a tolerância de muitos tem-se tornado cúmplice de situações sempre inaceitáveis” com danos físicos e psicológicos. Mariano Gago repudia as “práticas de humilhação e de agressão física e psicológica” com carácter “fascista e boçal” infligidas aos caloiros no ensino superior, “identificadas ou desculpadas como ‘praxes’ académicas”.

Pela “extraordinária gravidade” de algumas destas práticas, impõe-se “uma atitude de responsabilidade colectiva” que “não permite qualquer tolerância” com “insuportáveis violações do Estado de Direito” no meio académico. “A degradação física e psicológica dos mais novos como rito de iniciação é uma afronta aos valores da própria educação e à razão de ser das instituições de ensino superior e deve ser eficazmente combatida por todos: estudantes, professores e, muito especialmente, pelos próprios responsáveis das instituições”, defende o governante”.

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Pausa Musical de fim de Verão …

Setembro 9, 2009 · Deixe um comentário

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Número de estudantes no exterior inferior à média europeia

Setembro 9, 2009 · Deixe um comentário

“Número de portugueses a estudar noutros países é inferior à média Europeia. Universidades apostam tudo para mudar o cenário e em Lisboa a Reitoria até vai dar prémios aos professores.

http://www.olhao.com.br/images/materias/082007/estudantes-interna.jpg

As universidades portuguesas estão preocupadas com o baixo números de alunos que vão para o estrangeiro e apostam nos incentivos a professores e estudante para mudar o cenário. É que a percentagem de estudantes portugueses noutros países é de cerca de 5%, inferior à média europeia (8%) e longe da meta definida pela Europa (20%) para o final da próxima década.

Segundo adiantaram ao DN vários estabelecimentos nacionais de Ensino Superior, o objectivo é atingir pelo menos 10%.

A Universidade de Lisboa está mesmo a preparar a atribuição de prémios aos docentes que consigam cativar mais estudantes para uma experiência académica lá fora, admitiu ao DN Amélia Loução, a responsável do departamento internacional deste estabelecimento de ensino superior.

Prémios que poderão não ser em dinheiro, mas em condições ou outro tipo de avaliações interna, explicou. Comparativamente com outras universidades nacionais, como a Nova ou a do Porto – as que enviam mais estudantes lá para fora – a de Lisboa tem menos alunos por ano no estrangeiro. Só 5% dos seus estudantes deixam anualmente Portugal para estudarem no estrangeiro, ao abrigo do programa Erasmus, de acordos de cooperação ou de parcerias entre universidades.

Amélia Loução diz que a Reitoria da Universidade de Lisboa irá aprovar, dentro de dias, um pacote de medidas de estímulo à mobilidade, com o objectivo de melhorar o número de alunos que se candidatem a programas internacionais.

E espera que dentro de quatro de quatro anos 10% dos estudantes portugueses da Universidade de Lisboa já tenham uma experiência académica internacional.

A Universidade do Minho também está preocupada em aumentar a taxa de mobilidade dos seus alunos, que estagnou nos últimos tempos. Por isso, o estabelecimento de ensino apostou em várias formas de incentivo. Uma passou pela criação de um padrinho de Eramus, para incentivar os alunos a atriar alunos. E criou a figura do coordenador do projecto Eramus, atribuída a um professor.

Segundo contou DN Adriana Lago de Carvalho, a responsável do departamento internacional da universidade, uma das prioridades futuras é envolver ainda mais os professores no projecto de internacionalização dos seus estudantes (ver entrevista).

Também a universidade de Faro e Porto querem aumentar os estudantes no estrangeiro, mas mesmo assim os números são melhores do que em Lisboa (ver caixa).

A fraca mobilidade dos estudantes da Universidade de Lisboa explica-se por esta não ter alguns cursos, como engenharias, psicologia, belas artes e economia, cujos alunos demonstram mais interesse por experiências académicas fora das fronteiras nacionais. Mas também por certo conservadorismo de alguns professores, eles, também, com pouca mobilidade e com uma média etária já “considerável”.

Por último, a capacidade financeira das famílias nacionais para ajudar aos custos, está ainda aquém daquela que é verificada em muitas outros países da Europa.

Além disso, as bolsas do programa Erasmus não chegam muitas vezes para fazer face às despesas.

Para contornar o problema, a Universidade de Lisboa está também a ponderar a criação de apoios, que passam por dar ajudas de custo, a este nível. Mas Amélia Loução não quer para já especificar quais, porque o pacote de medidas ainda está a ser avaliado e só em breve será aprovado pela reitoria”.

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Vacinação e transmissão de doença

Setembro 7, 2009 · Deixe um comentário

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Estudo defende que vacinas devem ser utilizadas para parar transmissão da doença

Vacinar crianças em idade escolar e os seus pais é a melhor forma de travar a gripe 

20.08.2009 – 21h58 Nicolau Ferreira

“Uma investigação norte-americana revela que a melhor forma de evitar um surto de gripe é parar a transmissão da doença através da vacinação.

Em vez de concentrar as vacinas no grupo de pessoas mais vulneráveis contra uma dada estirpe do vírus, Jan Medlock e Alison Galvani consideram que é mais eficaz apostar-se no benefício indirecto desta arma — a diminuição da transmissão da doença.

Segundo o artigo publicado na edição on-line da “Science”, para os Estados Unidos, se houver um lote de 63 milhões de vacinas disponíveis, as crianças e jovens em idade escolar dos cinco aos 19 anos e os adultos dos 30 aos 39 deveriam ser os primeiros a serem vacinados para se extinguir ou prevenir um surto.

“Parar a transmissão entre crianças, das crianças para os pais, e depois para o resto da população é mais eficaz a minimizar maus resultados do que vacinar os que estão em maior risco de morrer”, disse ao PÚBLICO por e-mail Jan Medlock, da Universidade de Yale, em Connecticut”.

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FÉRIAS …

Agosto 11, 2009 · Deixe um comentário

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Poema de Férias (poema brasileiro)

“Pé na estrada
na bagagem só o essencial
para sobreviver
aos dias sem celular
sem computador
sem horários…
em cada curva no caminho
deixo para trás
aquela vozinha me lembrando
que na volta tudo estará
do mesmo jeito…
E daí?
Quero curtir
quero ser inconsequente
dormir tarde
acordar mais tarde ainda
caminhar no “calçadão”
ler meus livros empoeirados
ver filme na madrugada
badalar na madrugada
namorar na madrugada
vou me desligar do mundo
estou de férias…”

Cláudia Sabadini

Publicado no Recanto das Letras em 12/01/2006

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Estudantes com necessidades especiais

Agosto 1, 2009 · Deixe um comentário

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Candidaturas ao Ensino Superior

UTAD facilita vida a candidatos

com necessidades especiais

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) criou uma série de condições para facilitar a vida aos candidatos ao Ensino Superior que possuam necessidades especiais. Todos os computadores da sala de candidaturas online possuem leitores de ecrã e software de ampliação para pessoas com deficiência visual. Além disso, foram também facultados interfaces de controlo do computador para pessoas tetraplégicas e para pessoas com pouca destreza nos braços e mãos. Por outro lado, para acesso a informação escrita em papel, existe um scanner com sintetizador de fala que converte texto em voz (por exemplo, recomendações e informações úteis sobre a candidatura) e uma telelupa que permite ver o texto de material impresso ampliado num ecrã. A telelupa também é útil para preencher uma candidatura em papel. O primeiro equipamento é útil para cegos e o segundo para pessoas com baixa visão.

Mas há mais. A entrada e a circulação na sala de candidaturas está livre de barreiras para pessoas com mobilidade reduzida. Entretanto, também a Associação Académica tem vários jovens disponíveis para encaminhar todos os seus futuros colegas que o necessitem.

A primeira fase de candidaturas, antes realizadas no Centro de Área Educativa (CAE) de Vila Real, termina no próximo dia 7. Os candidatos podem obter informações no Website especialmente criado para o efeito pela universidade. Além de esclarecimentos respeitantes a cursos, vagas, procedimentos burocráticos, também se encontra disponível, por exemplo, o guia das provas de ingresso 2009.

Daqui

A foto é de Rita Cuca.

Quando nasceu, deram-lhe poucas horas de vida e um atestado de “futuro vegetativo” que nunca aceitou. Lutadora desde os primeiros minutos de existência, Rita é a rapariga das tranças, portadora de paralisia cerebral e a heroína desta história. Não porque é diferente, mas porque nos obriga a pensar de maneira diferente. E porque nos inspira a sermos pessoas mais bonitas. Tal como ela é…

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Investigação em Neurociências na UMinho

Julho 31, 2009 · Deixe um comentário

Investigação em Neurociências da UMinho, sobre Stress e Decisões, publicada na revista Science

Universidade do Minho

quinta-feira, 30-07-2009

“O estudo “Chronic Stress Causes Frontostriatal Reorganization and Affects Decision-Making”, que será publicado, sob o formato de full-paper, na revista Science, vem comprovar que a exposição crónica a stress influencia os processos de decisão, tornando-os mais dependentes de hábitos e menos orientados por objectivos.

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Este estudo, conduzido por 8 neurocientistas portugueses, tem importantes implicações em várias áreas. A demonstração de que o stress favorece decisões habituais tem impacto na etiologia de várias patologias neurológicas e psiquiátricas, nomeadamente perturbações obsessivo-compulsivas e comportamentos aditivos. Contudo, as consequências deste achado ultrapassam os limites dos quadros patológicos, sendo relevantes para as nossas actividades diárias. O estudo permite compreender melhor quais os factores que influenciam os processos de tomada de decisão e, em particular, como a exposição prolongada ao stress afecta os circuítos cerebrais que determinam as nossas (menos boas) decisões, na medida em que decisões que normalmente teriam em linha de conta as respectivas consequências, passam a ser baseadas em hábitos. Assim, em última análise, esta descoberta abre novas perspectivas para a modulação dos processos de decisão.

O trabalho demonstra que o stress crónico altera a estrutura dos circuitos neuronais que ligam o córtex pré-frontal (que em larga medida se assemelha à memória RAM de um computador) ao estriado. Mais precisamente, o circuito responsável pelos comportamentos orientados por objectivos (córtex pré-frontal medial e estriado dorsomedial) apresenta uma atrofia dos prolongamentos dendríticos neuronais após exposição a estímulos indutores de stress, enquanto os neurónios do componente dorsolateral do estriado, implicado em acções habituais, apresentam um crescimento dendrítico após stress. Como resultado destas alterações estruturais, há uma vantagem competitiva do circuito neuronal responsável pelos comportamentos habituais, o que explica porque motivo os indivíduos submetidos a stress crónico insistem neste tipo de comportamentos, mesmo quando as condições não o justificam.

O estudo, de Eduardo Dias-Ferreira e colaboradores, foi realizado no Instituto de Investigação em Ciências da Vida e da Saúde (ICVS), uma unidade da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho, por uma equipa liderada por Nuno Sousa (ICVS) e Rui Costa (National Institutes of Health e Fundação Champalimaud).

Neste momento, estes investigadores estão a explorar mecanismos moleculares e funcionais que estão na base deste achado de forma a desenvolver no futuro novas estratégias com implicações nos processos de decisão, nomeadamente com finalidades terapêuticas”.

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A saber …

Julho 28, 2009 · Deixe um comentário

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“O processo de Bolonha pode agora progredir porque se está a nacionalizar a sua organização, pela regulamentação do Quadro Nacional de Qualificações, através da Portaria n.º 782/2009, de 23 de Julho.
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Abrange todos os níveis de ensino incluindo o superior, a formação profissional e os processos de reconhecimento, validação e certificação de competências (formais e informais) desenvolvidos no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações – Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de Dezembro.
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Estrutura-se em oito níveis de qualificação, definidos por um conjunto de descritores (Anexo I da Portaria) que especificam os resultados de aprendizagem correspondentes às qualificações dos diferentes níveis;
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Inicia-se a 1 de Outubro de 2010.
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Revoga a aplicação da estrutura de níveis de formação, estabelecidos na Decisão n.º 85/368/CEE, do Conselho, de 16 de Julho, publicada no Jornal Oficial das Comunidades Europeias, n.º L 199, de 31 de Julho de 1985.
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Boas leituras….”

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