Oferta de mestrados, doutoramentos e MBA

Oferta de mestrados, doutoramentos e MBA

Vale a pena estudar depois da licenciatura?


Quanto custam as pós-graduações, MBA, Mestrados e doutoramentos


“As universidades têm centenas de cursos pós-licenciatura. De doutoramentos em Medicina a mestrados em Administração Pública, quanto custa tirar uma pós-graduação em Portugal?
As opções de pós-graduações, mestrados, MBA e doutoramentos multiplicam-se e as propinas variam entre as dezenas de euros e as dezenas de milhares. Mas os cursos que as universidades oferecem depois de terminada a licenciatura não se distinguem só pelo preço. O MBA mais caro é o da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Católica, com um preço de 30 mil euros. O Lisbon MBA é também um dos cursos com maior prestígio entre as empresas. “Na generalidade das organizações em Lisboa, a maioria das pessoas que passaram pela Universidade Nova ou pela Católica são as melhores colocadas”; considera Fernando Neves de Almeida. O senior partner da BoydenGlobal Executive Search lembra também o MBA da Escola de Gestão do Porto, um título que tiraram muitas pessoas colocadas em empresas do Norte. Nesta escola, o MBA Executivo é o mais caro, com propinas de 14 mil euros”.

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Prémios IgNobel 2008

NUTRIÇÃO
Massimiliano Zampini -Univ. Trento, Italy;

Charles Spence – Univ. Oxford
“The Role of Auditory Cues in Modulating the Perceived Crispness and Staleness of Potato Chips,” Journal of Sensory Studies, vol. 19, October 2004, pp. 347-63.

PAZ
Swiss Federal Ethics Committee on Non-Human Biotechnology (ECNH) e

Citizens of Switzerland for adopting the legal principle that plants have dignity.
“The Dignity of Living Beings With Regard to Plants. Moral Consideration of Plants for Their Own Sake” (aqui)

ARQUEOLOGIA
Astolfo G. Mello Araujo e José Carlos Marcelino Universidade de São Paulo, Brasil
“The Role of Armadillos in the Movement of Archaeological Materials: An Experimental Approach” Geoarchaeology, vol. 18, no. 4, April 2003, pp. 433-60.

BIOLOGIA
Marie-Christine Cadiergues, Christel Joubert, e
Michel Franc da Ecole Nationale Veterinaire de Toulouse, FRANÇA
“A Comparison of Jump Performances of the Dog Flea, Ctenocephalides canis (Curtis, 1826) and the Cat Flea, Ctenocephalides felis felis (Bouche, 1835)”.Veterinary Parasitology, vol. 92, no. 3, October 1, 2000, pp. 239-41.

MEDICINA
Dan Ariely of Duke University, USA
“Commercial Features of Placebo and Therapeutic Efficacy” Journal of the American Medical Association, March 5, 2008; 299: 1016-1017.

CIÊNCIA DO CONHECIMENTO
Toshiyuki Nakagaki – Univ.Hokkaido, Hiroyasu Yamada – Nagoya, Ryo Kobayashi of Univ. Hiroshima, Atsushi Tero of Presto JST, Akio Ishiguro Univ. Tohoku, JAPÃO e

Ágotá Tóth Univ. of Szeged (HUNGRIA)
“Intelligence: Maze-Solving by an Amoeboid Organism”. Nature, vol. 407, September 2000, p. 470.

ECONOMIA
Joshua Tybur and Brent Jordan – Univ. New Mexico, USA
“Ovulatory Cycle Effects on Tip Earnings by Lap Dancers: Economic Evidence for Human Estrus?” Evolution and Human Behavior, vol. 28, 2007, pp. 375-81.

FÍSICA
Dorian Raymer of the Ocean Observatories Initiative at Scripps Institution of Oceanography, USA,
“Spontaneous Knotting of an Agitated String” Proceedings of the National Academy of Sciences, vol. 104, no. 42, October 16, 2007, pp. 16432-7.

QUÍMICA
Sharee A. Umpierre of the University of Puerto Rico, Joseph A. Hill of The Fertility Centers of New England, Deborah J. Anderson Univ. Boston; School of Medicine and Harvard Medical School (USA),

Chuang-Ye Hong – Taipei Medical University e C.C. Shieh, P. Wu, and B.N. Chiang (TAIWAN)
“Effect of ‘Coke’ on Sperm Motility” New England Journal of Medicine, 1985, vol. 313, no. 21, p. 1351.

“The Spermicidal Potency of Coca-Cola and Pepsi-Cola,” C.Y. Hong, C.C. Shieh, P. Wu, and B.N. Chiang, Human Toxicology, vol. 6, no. 5, September 1987, pp. 395-6. Actula nome da revista: “Human & experimental toxicology”]

LITERATURA
David Sims – Cass Business School. London (UK)
“You Bastard: A Narrative Exploration of the Experience of Indignation within Organizations,” David Sims, Organization Studies, vol. 26, no. 11, 2005, pp. 1625-40.

In Polikê?

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Os perigos do excesso da especialização …

Opiniões

“A discussão de uma tese de doutoramento tem dois objectivos. O primeiro, é a avaliação científica do trabalho. O segundo, é a apresentação pública dos resultados. Em Portugal (assim como em Espanha, França e outros Países de tradição romana) a defesa das teses de doutoramento mescla estas duas componentes. O resultado é que nem um papel nem outro são devidamente cumpridos.

As defesas de teses são sessões protocolares onde um número excessivo de avaliadores – entre os quais, pasme-se, o orientador– debita meia dúzia de perguntas sem consequência. Raramente se chumba uma tese e o cerne da questão é se a tese merece a “distinção e louvor”. Como não existem critérios objectivos para classificar as teses o “louvor” é arbitrário, desprovido de valor e essencialmente indicador das simpatias e relações de força entre o orientador e os membros do júri. As defesas de teses transformam-se, assim, em tristes cerimónias formais desprovidas de conteúdo. Mas mais grave, promovem a lógica dos “acordos de cavalheiros” que estão muito bem na política mas menos bem na ciência.

No Reino Unido o procedimento é o oposto. A apresentação pública dos resultados é relegada para congressos e reuniões científicas pelo que a defesa da tese consiste numa discussão à porta fechada, com dois avaliadores, onde não participa o orientador da tese. As discussões são duras e desprovidas de salamaleques protocolares (digo-o por experiência própria). Destas discussões é frequente saírem recomendações, para alterar a tese, que poderão ser pontuais (quando tudo corre bem) ou substanciais (quando tudo corre mal). Para evitar arbitrariedades o resultado da avaliação consiste no passar ou não passar. O conceito de “distinção e louvor” não existe.

O sistema Britânico tem a vantagem de exigir o trabalho de um número reduzido de avaliadores. É uma vantagem pois alivia-se a pressão sobre o mercado de avaliadores. Por outro lado não se convidam avaliadores para fazer número. Os que lá estão é porque têm alguma coisa para dizer. Ao excluir-se a componente de “espectáculo” reduz-se uma pressão desnecessária sobre o candidato e favorece-se um ambiente propício a uma avaliação mais substancial da tese; uma avaliação com consequências pois é pouco frequente que uma tese passe sem alterações.
O lado triste da defesa de teses no Reino Unido é a solidão do acto. Os países de tradição latina gostam do espectáculo e a defesa da tese é um dia importante na vida do candidato”.

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Eu, o Blog e o Doutoramento

“Certa vez assisti a uma defesa de uma tese de doutoramento, com determinadas características, que não me foram dadas, até hoje, voltar a assistir. Primeiro, porque a dinâmica das provas demonstrava o carácter europeu das mesmas. Arguência de fora, de Universidades Europeias. Segundo, porque a tese era pequena. Os meus olhos até brilharam quando me apercebi do volume ocupado por pouco mais de cem páginas de possível desespero, angústia e muito trabalho. Pensei, até que enfim que se sintetiza, teoriza e arruma-se ideias e resultados. Nada de floreados à Portuguesa! O objecto de meu interesse, ali estava, constituído essencialmente por uma compilação de 8 artigos que tinham sido publicados pela autora ao longo do seu tempo de doutoramento. Depois foi ouvir a arguência, também ela moderada nos comentários e apreciação. «Sem dúvida, um trabalho de nível internacional que assegurou a qualidade científica e a divulgação de resultados».
Quando ando por aqui sem tino, às voltas, tentando organizar a vida e o pensamento, lembro-me desta tese. Estranho é o facto de ainda não ter partilhado convosco esta minha experiência. Será porque agora ando mais à nora? Afinal, só tenho dois artigozitos para preparar até meados de Outubro. Não é razão que justifique tal desnorte, penso.
Quem me dera que a minha tese fosse uma compilação de artigos … Está-se mesmo a ver o meu sorriso de canto a canto da orelha. Não queria mais nada!
É melhor é deixar-me de “conversa que não ata nem desata” e bora lá trabalhar no que tem que ser feito!
Isto para dizer que ando ao sabor da eficiência. Quando estou mais eficiente nem aqui venho. Quando procrastino, é o blog que paga. Também tinha que servir para alguma coisa.:)”.

Mestrados ou Doutoramentos feitos antes de entrar na carreira não contam para ganhar tempo de serviço?!

“Qual não foi o meu espanto quando, ao ler a portaria nº 344/2008 de 30 de Abril, que regulamenta a aquisição dos graus de mestre e doutor pelos docentes do básico e secundário, me deparei com a impossibilidade de os professores contratados, que adquiriram os referidos graus antes de serem integrados na carreira, beneficiarem da bonificação de tempo de serviço, uma vez que o grau de mestre ou doutor só é «válido» – para o Ministério da Educação – se os professores fizerem parte dos quadros de zona ou de escola (veja-se alínea a) do ponto 2 do art.º 2.º). Então os docentes que já adquiriram estas habilitações vão ter que repeti-las por questões profissionais? Faz sentido distinguir os graus académicos pelo momento da sua aquisição? O simples facto de ter concluido esse grau não deveria permitir o acesso à bonificação? Não cria esta portaria uma situação flagrante de discriminação entre professores?Repare-se na situação daqueles que, como eu, fizeram um esforço tremendo para adquirir o grau de mestre, na esperança de progredir mais facilmente quando integrassem a carreira, e terão que repetir todo o esforço para se verem recompensados, uma vez que não podiam prever a publicação posterior desta lei tão injusta. E os que também se lançaram no doutoramento, terão que ser doutorados duas vezes – o que até aqui era caso raro – para progredirem mais rapidamente na carreira docente?”

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Uma Boa Notícia para os Investigadores.

Quem diria?!

Pesquisar na Internet faz bem ao cérebro


Estudo garante que o processo activa redes neurais que controlam a tomada de decisões e o raciocínio complexo.

Pesquisar na Internet pode servir para manter o seu cérebro em forma à medida que vai envelhecendo. Pelo menos é que o diz um estudo da Universidade da Califórnia, publicado na revista American Journal of Geriatric Psychiatry, diz o ADN.

De acordo com os cientistas, as pesquisas activam os centros neurais que controlam a tomada de decisões e o raciocínio complexo, o que pode ajudar a estimular e até melhor o funcionamento do cérebro.

«Os resultados são animadores. As tecnologias informatizadas podem ter efeitos psicológicos e benefícios para as pessoas mais velhas», disse Gary Small, o principal investigador do estudo.

Nesta experiência participaram 24 voluntários, com idades entre os 55 e 76 anos e com funções neurológicas normais. BOA!

In

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PAUSA …

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