Arquivo do mês: janeiro 2009

Entre projectos, processos e perspectivas …

2460264investigadora

” Muchos pensábamos que realizar una tarea investigativa era un asunto ligado a solo a expertos profesionales e incluso solo para quienes viven en países avanzados. A medida que pasó el tiempo pude darme cuenta de que estaba equivocado y que muchas de las limitaciones que pensaba tener no eran más que mis propias barreras.

La investigación parte con nuestra simple voluntad de querer aprender e indagar sobre algo que nos gusta, entenderlo, complementarlo y mostrárselo al mundo. Una gran ventaja que proporciona el hacer investigación es poder figurar no sólo en tu barrio y en tu salón de clase, una publicación bien hecha no tiene fronteras. Esto permite que lo que haces sea una pieza más del engranaje que mueve al mundo de la ciencia (cualquiera que sea), y si bien no todas ganan un Nobel o reciben un premio por lo menos hacen saber que existimos y que somo capaces de hacer algo por muy bueno por nuestra cuenta.

Si bien es cierto una investigación toma tiempo, lo más gratificante que un científico pueda recibir es que su trabajo sea leído y comentado por alguien. O es que acaso no te daría gusto que apareciese un paper tuyo como referencia bibliográfica. Es un gran privilegio que muchos podemos alcanzar. Es por eso que el investigar no tiene que esperar más, la información esta disponible para quien tiene ganas de aprender”.

Daqui …

“…eu tenho muito medo de passar de investigador a uma espécie de gestor em que não penso mais (por falta de tempo) em “conteúdos”, para me confinar a “processos”.
É o pior erro em que pode cair um universitário, um verdadeiro investigador, lançando-se à aventura angustiante mas ao mesmo tempo fascinante da interdisciplinaridade (não há tantos como eu pensava quando era inocente e abracei esta carreira…).
Perder a alma para arranjar o dinheiro que (julgaria esse candidato a investigador, no começo do seu calvário) lhe permitiria os meios de satisfazer a alma (a sua curiosidade e prazer de pesquisar).
É tanto bloqueante não ter meios como ter muitos meios, ou querer tê-los. O meio torna-se um fim, um jogo infernal.
A ganância mata tudo o que de melhor há no ser humano (…)”.

Para ver mais acerca desta perspectiva

“Si bien hemos intentado previamente establecer la importancia de la investigación como instrumento de poder, y de desarrollo sanitario y general para la humanidad, nos gustaría introducir aquí cuatro razones que centran la necesidad de la investigación en nuestro entorno:

-Investigación y acción;

-Desarrollo de nuevos instrumentos;

-Ahorro de dinero y multiplicación de los beneficios;

-Investigación y el proceso de desarrollo.”

ver mais em …

Anúncios

Como obter o Título de Doutoramento Europeu

2367521boas-festas

O que é preciso para obter o Título de Doutoramento Europeu

O doutoramento europeu, aprovado pela Confederação dos Conselhos de Reitores Europeus, refere-se a um título associado ao grau de Doutor atribuído por universidades europeias.Aos quais os estudantes de Doutoramento da Universidade do Porto podem facilmente aceder, bastando comprir alguns requisitos.

Para ser atribuído o título “Doutoramento Europeu” ao grau de Doutor conferido por uma universidade europeia, é necessário dar satisfação às seguintes quatro condições:

* A defesa da tese de doutoramento só pode ser acordada se pelo menos dois professores pertencentes a duas instituições de ensino superior de dois países europeus, além daquele onde a tese de doutoramento vai ser defendida, derem o seu aval positivo relativamente ao manuscrito;
* Pelo menos um dos membros do júri de doutoramento deverá ser originário de uma instituição de ensino superior de um país europeu, diferente daquele onde a tese vai ser defendida;
* Uma parte da defesa da tese de doutoramento deverá ser feita numa língua oficial da comunidade, diferente da do país onde a tese vai ser defendida;
* A tese de doutoramento deverá ter sido parcialmente preparada como resultado de um período de investigação de, pelo menos, um trimestre, realizado num outro país europeu que não aquele onde o grau de Doutor vai ser conferido.

Escrito por Carlos Filipe Freitas
Sexta, 05 Dezembro 2008 19:16

————————————————————————————————————————————————————————

Gardner e a Teoria das Inteligências Múltiplas

https://i2.wp.com/2.bp.blogspot.com/_87Ixif9tqGk/Rrd8EG_MDJI/AAAAAAAABJA/4iccdWelMgA/s400/inteligencias_multiplas.JPGhttps://i2.wp.com/2.bp.blogspot.com/_87Ixif9tqGk/Rrd8EG_MDJI/AAAAAAAABJA/4iccdWelMgA/s400/inteligencias_multiplas.JPGinteligencias_multiplas

A Teoria das Inteligências Múltiplas, de Howard Gardner (1985) é uma alternativa para o conceito de inteligência como uma capacidade inata, geral e única, que permite aos indivíduos uma performance, maior ou menor, em qualquer área de actuação.

A sua insatisfação com a idéia de QI e com visões unitárias de inteligência, que focalizam sobretudo as habilidades importantes para o sucesso escolar, levou Gardner a redefinir inteligência à luz das origens biológicas da habilidade para resolver problemas.


Através da avaliação das actuações de diferentes profissionais em diversas culturas, e do repertório de habilidades dos seres humanos na busca de soluções, culturalmente apropriadas, para os seus problemas, Gardner trabalhou no sentido inverso ao desenvolvimento, contribuindo  para eventualmente chegar às inteligências que deram origem a tais realizações.

ver +

http://mancelovici.files.wordpress.com/2007/07/intelligence.jpg


Iniciando o ano com reflexões …

educacao

Não há nada que tenha ocupado tanto o meu pensamento quanto a educação.

Não acredito que exista coisa mais importante para a vida dos indivíduos e do país que a educação. A democracia só é possível se o povo for educado. Mas ser educado não significa ter diploma superior. Significa ter a capacidade de pensar. Diplomas somente atestam que aqueles que os têm são portadores de um certo tipo de conhecimento.

Mas ser portador de um certo tipo de conhecimento não é saber pensar.

É ter arquivos cheios de informações. Nossas universidades são avaliadas pelo número de artigos científicos que seus cientistas publicam em revistas internacionais em línguas estrangeiras. Gostaria que houvesse critérios que avaliassem nossas universidades por sua capacidade de fazer o povo pensar. Para a vida do país, um povo que pensa é infinitamente mais importante que artigos publicados para o restrito clube internacional de cientistas.

É muito fácil continuar a repetir as rotinas, fazer as coisas como têm sido feitas, como todo mundo faz. As rotinas e repetições têm um curioso efeito sobre o pensamento: elas o paralisam. A nossa estupidez e preguiça nos levam a acreditar que aquilo que sempre foi feito de um certo jeito deve ser o jeito certo de fazer. Mas os gregos sabiam diferente: sabiam que o conhecimento só se inicia quando o familiar deixa de ser familiar; quando nos espantamos diante dele; quando ele se transforma num enigma. “O que é conhecido com familiaridade”, diz Hegel, “não é conhecido pelo simples fato de ser familiar”.

———————————————————————————————————————————————-
Intervalando
—————————————————————————————————————————————————————————-
[alfa-light[1].JPG]
————————————————————————————————————————————————————————————————————–
2070479
Amigo(a)

“se tens condições económicas minimamente suficientes para viver uma vida decente e poderes estudar, se tens a impressão de que consegues fazer coisas bem feitas, se te sentes frustrado(a) por não teres visibilidade, não te preocupes com isso.
Não te feches num casulo, mas vai contra-corrente.
Faz em ti a única revolução possível.
Mantém a serenidade quando todos estiverem loucos.
Mantém a distância quando todos se pegarem.
E continua a estudar e a fazer. Não é a produzir como uma máquina. É a fazer coisas interessantes, a descobrir.
Não ligues demasiado ao ambiente, se puderes, porque o ambiente é poluído e as notícias sobre ele, em 90% dos casos, ainda o poluem mais.
Não te feches num claustro, mas visita claustros, e demora-te aí.
Contempla as grandes obras dos homens e mulheres da arte, da ciência, da filosofia. Tenta entendê-los.
Não vivas crispado. Não vivas a mando de outrém, senão no indispensável para ganhares a vida.
Sê soberano.
Não te preocupes com o silêncio dos outros. Um dia outros hão-de vir e apreciar o que fizeste. Pode ser depois da tua morte, mas se tu já o pressentires agora, isso far-te-á mais livre e feliz.
Não sejas corroído pela inveja, pelo medo, pela ansiedade, pela nostalgia.
Não queiras sentir uma felicidade estrondosa. Acolhe a felicidade possível de cada dia, apesar do atrito.
E chegará o momento em que farás algo, e ao olhares esse algo que fizeste, no meio da sociedade que te obriga a gozares como se fosse um castigo, diz assim para ti:
talvez, apesar de todo o aleatório de eu estar aqui, talvez tenha valido a pena, apesar do sem-sentido de tudo isto.
O importante é a consciência tranquila de que deste o melhor, honestamente, sem artifícios nem jogos, com um grande empenhamento, com uma grande força de vontade.
E nunca contes que leste isto aqui, estes conselhos morais, porque não estão de moda.
Marimba-te para a moda, para o que está a dar, para os jogos dos que vivem colados ao presente, aos interesses, robots da agitação frenética.
Sê soberano. Traça sobre o peito as fitas da tua independência. Dá a mão ao amor, por efémero que seja; e se conseguires, luta por que não seja tão efémero assim. Paira acima do sofrimento.
Não abdiques do essencial. Não há nenhuma lei, ou ordem, que não seja fabricada por uns quantos seres humanos, para servir os seus interesses.
Cumpre as regras para não dares pretextos a ninguém de te maçar. E no momento seguinte, esquece-te de tudo, ama o teu amor, habita o aconchego das árvores, planta uma árvore no meio do mar e embebe os olhos de verde e de azul.
Longe de qualquer costa.
Estuda o que os melhores fizeram antes de ti. E faz também. Não te preocupes com a publicidade. Vive longe do frenesim, da ganância, dessa obscenidade”.
Vitor Oliveira (Trans-Ferir)
—————————————————————————————————————————————————————————————————————
ESPERANÇA
.

“Neste espaço a si próprio condenado,
dum momento para o outro pode entrar
um pássaro que levante o céu”
.
.Alexandre O’Neill

https://i1.wp.com/farm1.static.flickr.com/82/254364038_a12e43455e.jpg