Arquivo do mês: março 2009

Como se doutorar nos E.U.A.?

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Foi proposta à Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento a publicação de um livro com o título “Estudar nos Estados Unidos da América: Guia Completo para Candidaturas a Mestrado e Doutoramento”.
O proponente foi o Eng.º Pedro Correia Pinto, actualmente doutorando no MIT, depois de ter feito uma licenciatura em Engenharia Electrotécnica e Computadores na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
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O Livro foi publicado em Maio de 2007 em parceria com a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.

A versão  electrónica do livro pode ser obtida aqui

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PAUSA MUSICAL


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Doutoramentos na hora?…

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“Há coisas que pensamos que não podem piorar, mas quando damos conta… já pioraram…

Depois de ter percebido ser trivial fazerem-se mestrados e doutoramentos em matérias duvidosas (quero dizer, do meu ponto de vista, duvidosas), de ter percebido que, sem qualquer pudor, se anuncia a “fabricação” dos mais diversos trabalhos académicos, de ter percebido que, para não dar muito nas vistas, se vão fazer teses, digamos, mais leves e em tempo record, numas certas universidades espanholas (mas não só…), confesso que, ainda assim, me surpreendi pelo facto de tudo isto poder ser feito na hora, conforme ironizou David Marçal em texto aqui publicado”.

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Teses de Doutoramento por 50 000 euros

Artigo de CARLA AGUIAR (02 Fevereiro 2009)

Ensino Superior.

“A massificação dos doutoramentos, que triplicaram em dez anos, abriu a porta ao negócio e à falsificação. Vendem-se teses por milhares de euros e alguns são plágios. Só pontualmente é que os professores dão conta de que se trata de cópias, facilitadas pelas bases de dados na Internet

Quanto vale uma tese de doutoramento? Se para muitos é condição para preservar um emprego na carreira académica e, para outros, uma arma no cada vez mais competitivo mercado de trabalho, há quem tenha na “produção” ou falsificação de teses uma actividade lucrativa. O preço cobrado por uma tese de doutoramento – que abre portas na administração pública, política e empresas – pode chegar aos 50 mil euros, segundo disse ao DN um professor universitário. Mas se a exigência e a bolsa forem limitadas, há preços mais baixos.

O negócio vale tanto para teses de mestrado ou doutoramento como para trabalhos de faculdade, chegando até a ser publicitado na internet. O fenómeno é conhecido de professores arguentes de várias universidades ouvidos pelo DN, que pontualmente são confrontados directamente com casos de plágio ou, não o sendo, conhecem situações de quem admitiu ter comprado a tese”.

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PAUSA MUSICAL

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Universidades: Adaptação a Bolonha concentrou mestrados e doutoramentos nas escolas públicas?

autor

Lusa

contactar num. de artigos 7987

As instituições de ensino superior portuguesas conseguiram adequar a oferta ao Processo de Bolonha, o que diminuiu a criação de novos cursos do 1.º ciclo (licenciaturas) e concentrou os mestrados e doutoramentos nas universidades públicas.

Estas são conclusões da análise exploratória aos relatórios da aplicação do Tratado de Bolonha, hoje apresentada na Universidade de Aveiro por António Magalhães (do Centro de Investigação de Políticas do Ensino Superior), no seminário “O Processo de Bolonha em Portugal: Presente e Futuro”.

O Tratado de Bolonha foi assinado há 10 anos com os objectivos principais de promover a mobilidade e a empregabilidade, fomentar a coesão e o desenvolvimento europeus através da cooperação transnacional e promover a atractividade internacional do sistema Europeu do ensino superior.

Exemplificando com os relatórios de quatro universidades – Aveiro, Minho, Coimbra e Lusófona -, a análise conclui ter havido uma ‘clara contenção’ ao nível do 1.º ciclo e um aumento significativo da pós-graduação.

Na Universidade de Aveiro, no ano lectivo 2007/08, a oferta formativa foi constituída por 48 cursos de 1.º ciclo (apenas um resultou da criação de uma nova licenciatura), 67 de 2.º ciclo (38 foram criados de novo e 29 adequados) e 25 de 3º ciclo (nove dos quais em parceria).

No mesmo período, a oferta da Universidade do Minho foi de 31 licenciaturas, 60 mestrados, 12 mestrados integrados (2.º ciclo) e 12 cursos de 3.º ciclo (doutoramentos).

A Universidade de Coimbra ofereceu 46 cursos de 1.º ciclo, 74 do 2.º ciclo e 22 do 3.º ciclo.

Já a Lusófona teve uma oferta de 43 cursos de 1.º ciclo, seis deles novos, 56 de 2.º ciclo, sendo que 35 foram criados de novo, e 22 do 3.º ciclo.

A avaliação feita é, em geral, positiva, e mesmo lisonjeira para os esforços de adaptação das universidades e institutos a Bolonha, mas sem os “triunfalismos” dos relatórios iniciais.

‘O ‘tempo político’, ou seja, a meta de 2010, não coincide com o ‘tempo académico’ necessário à implementação de facto do Processo de Bolonha, sobretudo a mudança para um paradigma centrado na aprendizagem e no estudante”, lê-se no documento hoje apresentado.

‘É sempre difícil mudar as pessoas e as instituições. Tais mudanças, para serem profundas e significativas, requerem recursos financeiros e humanos, requerem tempo para serem interiorizadas na cultura e na prática institucional”, dizem os autores do relatório na parte referente à Universidade do Minho.

A Universidade de Coimbra é aquela que menciona mais dificuldades na adaptação a Bolonha. Neste caso são apontadas dificuldades no acolhimento dos novos estudantes devido ao calendário de colocação dos candidatos ao ensino superior e de coordenação do acolhimento dos alunos oriundos de países lusófonos ou de outras instituições.

Foram também apontadas dificuldades na conciliação das tarefas docentes com as de investigação e outras relacionadas com a ausência de mudanças significativas na organização lectiva e de contagem da carga horária dos professores.

São ainda referidos problemas a nível da aplicação correcta do sistema de créditos, além de haver queixas por o material informático não ser adequado e o financiamento ser insuficiente.


Árvore, sinónimo de vida

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A comemoração oficial do Dia da Árvore teve lugar pela primeira vez no estado norte-americano do Nebraska, em 1872.

John Stirling Morton conseguiu induzir toda a população a consagrar um dia no ano à plantação ordenada de diversas árvores para resolver o problema da escassez de material lenhoso.

A Festa da Árvore rapidamente se expandiu a quase todos os países do mundo, e em Portugal comemorou-se pela primeira vez a 9 de Março de 1913.

Em 21 de Março de 1972 – início da Primavera no Hemisfério Norte – foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA em vários países, entre os quais Portugal.

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PAUSA MUSICAL

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QUE SE PASSA COM BOLONHA?

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por CARLA AGUIAR no Diário de Notícias

A maioria das universidades portuguesas não estão a cumprir os critérios de Bolonha. Os principais problemas são a falta de revisão dos currículos e dos métodos pedagógicos e a existência de cursos pouco virados para o mercado de trabalho. Problemas que os especialistas atribuem à pressa em aplicar a reforma, sem se ter levado a cabo uma discussão como a que está a ser feita em Espanha.

“O Processo de Bolonha foi uma oportunidade perdida para reformar a fundo o ensino superior.” É deste modo que, três anos depois do arranque, Gonçalo Xufre, dirigente do Sindicato Nacional do Ensino Superior, classifica o modo como o processo que visa um espaço comum europeu para o ensino superior a partir de 2010 está a ser implementado em Portugal.

“A maioria das instituições faz uma interpretação cosmética daquilo que deve ser a reforma, limitando-se a encurtar a duração das licenciaturas, que agora é de três anos, sem cumprir o espírito de Bolonha”, considera em declarações ao DN aquele professor do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL).

Uma opinião que é, de resto, partilhada por vários professores e gestores de instituições do ensino superior contactados pelo DN. Aponta-se, por exemplo, a ausência de alteração dos métodos pedagógicos, um pressuposto do compromisso europeu. Nos termos de Bolonha, o método de ensino deve ser menos centrado na transmissão dos conhecimentos do professor para os alunos, e mais para a orientação dos alunos a buscar informação e reflectir sobre ela. Alvo de críticas é também a ” irregular” contabilização dos créditos, que devem ter em conta os trabalhos realizados. “Nada disso está a ser respeitado, e os critérios de rigor são muito baixos”, acusa um professor da Universidade Autónoma de Lisboa.

O presidente do Instituto Politécnico de Leiria, Luciano de Almeida, reconhece alguns “maus exemplos” no sistema de ensino português, e embora atribua em primeiro lugar a responsabilidade às próprias instituições, observa que, se esses atropelos existem é um resultado de “estarmos há cinco anos sem uma avaliação nacional aos cursos e de continuarmos sem uma avaliação dos docentes”.

Por outro lado, o presidente do Politécnico de Leiria lamenta que o Governo “tenha avançado para a reforma do ensino superior, sem que antes tenha promovido um debate sobre qual a estratégia a seguir, tal como se fez em Espanha, em que primeiro se debateu a estratégia e só depois de adaptaram os cursos a Bolonha”, o que só está a acontecer este ano. A rapidez com que as universidades portuguesas adoptaram Bolonha foi, segundo Gonçalo Xufre, resultado não de preparação, mas da pressa de não ficar para trás em relação a outras que se anteciparam.

Em Espanha, que chegou mais tarde ao processo, a orientação vai ao arrepio da tendência europeia. As universidades espanholas adoptaram as licenciaturas de quatro anos, em vez de três.

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Fernando Savater: Preguntas sobre Bolonia

Fernando Savater es catedrático de Filosofía de la Universidad Complutense.

1. Las autoridades del Ministerio y de muchas universidades españolas tienen gran empeño en defender -aunque más con eslóganes publicitarios que con argumentos- las bondades de los objetivos del plan Bolonia. Naturalmente, nadie puede estar en contra de promover la compatibilidad de las titulaciones y la movilidad de los estudiantes, de facilitar a estos últimos su inserción en el mercado laboral europeo o de transformar nuestras universidades y volverlas más atractivas para captar estudiantes de otras partes del mundo. ¿Pero es eso lo que previsiblemente se va a producir una vez culminado el proceso de Bolonia? ¿No se les ha ocurrido pensar a nuestras autoridades que una cosa son los efectos deseados y declarados de una determinada política y otra sus efectos reales?”

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A NÃO PERDER …


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“Bolonha tende a ser uma mera operação de cosmética?”


“As universidades precisam de ser recriadas de uma forma radical. Não basta a reforma das estruturas e dos processos, é necessária uma reforma de mentalidades, e pressentimos que Bolonha passará ao lado deste objectivo.

A nosso ver, Bolonha tende a ser uma mera operação de cosmética. A recriação das universidades passa pelo questionamento do seu próprio propósito, expandido a ideia clássica de universidade – «unidade de pesquisa e de ensino» de Humboldt e construindo os requisitos de uma nova base – «unidade de praxis, pesquisa e ensino».”

Nelson Santos António e António Teixeira (2007), “Necessita a sociedade das universidades?”, Economia Global e Gestão, nº1, Abril, pp. 35-49.

Sexta-feira, Dezembro 14, 2007.

In Universidade Alternativa

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O COMBOIO DE BOLONHA

“Duas das palavras que mais se escrevem, dizem e ouvem a propósito do Processo de Bolonha são competências e empregabilidade, conceitos complexos que devem ser entendidos e respeitados se queremos apanhar o Comboio da Europa.

Sendo certo que neste caso, apanhar o Comboio da Europa é apanhar o Comboio de Bolonha. E isso não pode significar simplesmente reduzir os cursos superiores para três anos e deixar tudo o resto na mesma”.

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Do Público:

“O essencial de Bolonha está longíssimo de ser cumprido” (António Nóvoa, página 8)

“[…]
Há sempre novas oportunidades mas, depois de Bolonha a brincar, vamos ter que fazer Bolonha a sério.

Essa tem três matrizes: a mais positiva, que é a abertura e mobilidade; a segunda, a “mudança de paradigma”, em que estar na universidade é estar de outra maneira que implica laboratórios, bibliotecas, estudo autónomo.

É insensato aplicar Bolonha num momento de cortes financeiros e isso não deu bons resultados. O terceiro ponto é o da empregabilidade. É muito difícil que no final do 1.º ciclo se dê boa formação de base e se dê um diploma profissional[…]”.

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A RECORDAR …

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The Bologna Process – Towards the European Higher Education Area

The Bologna Process aims to create a European Higher Education Area by 2010, in which students can choose from a wide and transparent range of high quality courses and benefit from smooth recognition procedures.

The Bologna Declaration of June 1999 has put in motion a series of reforms needed to make European Higher Education more compatible and comparable, more competitive and more attractive for Europeans and for students and scholars from other continents. Reform was needed then and reform is still needed today if Europe is to match the performance of the best performing systems in the world, notably the United States and Asia.

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Pelo vistos, Investigadores da Durham’s School of Engineering andam entretidos a pesquisar o segredo das construções feitas na areia (os vulgares castelos de areia) e, segundo os mesmos, este conhecimento pode ser o melhor caminho para uma engenharia amiga do ambiente.

Como diria o outro, e esta hein …?

“Secret of sandcastle construction could help revive ancient building technique, researchers say

The secret of a successful sandcastle could aid the revival of an ancient eco-friendly building technique, according to research led by Durham University.

Researchers, led by experts at Durham’s School of Engineering, have carried out a study into the strength of rammed earth, which is growing in popularity as a sustainable building method.

Just as a sandcastle needs a little water to stand up, the Durham engineers found that the strength of rammed earth was heavily dependent on its water content.

Rammed earth is a manufactured material made up of sand, gravel and clay which is moistened and then compacted between forms to build walls. Sometimes stabilisers such as cement are added but the Durham research focussed on unstabilised materials.

The research, funded by the Engineering and Physical Sciences Research Council (EPSRC) and published in the journal Geotechnique, showed that a major component of the strength of rammed earth was due to the small amount of water present.

Small cylindrical samples of rammed earth underwent “triaxial testing” – where external pressures are applied to model behaviour of the material in a wall. The researchers found that the suction created between soil particles at very low water contents was a source of strength in unstabilised rammed earth”.

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Evolução dos registos gráficos das crianças …

Sem cinto?… Sinto muito. header image 2

A tese de doutoramento intitulada “Os registos gráficos das crianças no jardim de infância e a aprendizagem da matemática” defendida por João José Maia teve como objectivo o estudo da evolução dos registos gráficos produzidos pelas crianças no jardim de infância e a importância dessa evolução nas aprendizagens matemáticas conceptuais e representativas realizadas durante esse período.

Os dados principais recolhidos foram mapas de presenças e de tarefas, receitas, ementas e registos de contagens das crianças para o almoço e incluíram os registos produzidos pelas crianças, as descrições feitas pelos educadores, as notas de campo decorrentes das observações do autor e entrevistas a um educador de cada local.

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Pode fazer o download desta tese no repositorium da Universidade do Minho.

In Voltas

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PAUSA MUSICAL


Professor ou Investigador?

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“Não é porque me encontro, finalmente, numa posição profissionalmente confortável que deixarei de comentar indignado as distorções na contratação de profissionais com pós-graduação no país, principalmente nas universidades públicas.

Nos concursos para professor universitário actualmente se confere uma relevância grande ao currículo de publicações de um doutor ou mestre. Publicações são interessantes, não discordo, e podem ser uma medida razoável da capacidade do profissional em divulgar as pesquisas que fez ou faz.

Mas, parafraseando o rei de França, onde está o trecho no testamento de Adão que obriga todo professor universitário a ser pesquisador? De que vale um excelente pesquisador com um espesso currículo que dê aulas execráveis?

Em universidades com programas de pós-graduação sólidos e com estabelecida história de pesquisa, pode ainda valer muito, mas em universidades em que sequer há tais programas, em que o foco é a formação de profissionais com perfil mais técnico que académico, não seria muito mais interessante profissionais com excelentes habilidades técnicas e didácticas mesmo que sem um currículo de tar torsicolor?

O grande problema é a macaqueação, a ânsia ignorante de imitar as soluções americanas para problemas que eles têm e nós não temos. Isso mesmo. As universidades americanas de pesquisa costumam …”

Prémio para o Doctorices …

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A Professora Elisa Kerr do blog Art/Educando achou por bem premiar o Doctorices com o prémio Dardos.

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Agradeço pela gentileza do gesto, vindo de um excelente blog que, por vezes, visito sempre que tenho disponibilidade e faz parte do blogroll.

O referido selo tem a intenção de promover uma rede entre os blogueiros. Assim sendo o premiado deve seguir as seguintes instruções:

1)Deve exibir a imagem em seu blog;

2)Deve linkar o blog pelo qual você recebeu a indicação;

3)Escolher outros 15 blogs a quem entregar o Prémio Dardos,

4)Avisar os escolhidos.

Segue a lista dos meus escolhidos, sem seguir nenhuma linha de orientação a não ser a educação, que todos tratam de uma forma directa ou indirecta:

* Às voltas com o doutoramento
* TIC, Educação e Web
* Depois do Trauma
* Espaço TET
* A Educação do meu Umbigo
* Aprender e Ensinar
* Art|Educando
* Carrosel da Aprendizagem
* Bibliotequices
* Revisitar a Educação
* Conversamos?!…
* Universidade Alternativa
* Re(linK)ias
* sen rede
* Blog da Formação
* Educação, Matemática e Tecnologias

Uma excelente semana!

RS

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Revista CBN

Blog sobre arte e educação como ferramenta de relacionamento com alunos

Entrevista com Elisa Kerr, professora de educação artística responsável pelo blog Art/Educação

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