Arquivo do mês: dezembro 2009

Cérebros no exterior:nuestros hermanos ….

“España cierra la puerta a los jóvenes científicos?

El recorte prespuestario para la investigación científica ha cerrado la puerta a muchos jóvenes y brillantes investigadores españoles que trabajan fuera, pero que sueñan por volver a su país y aportar su experiencia y su intelecto a la sociedad que pagó su formación.

Como todos los años, un grupo de 23 científicos que rondan la treintena se han reunido en el Centro Nacional de Biotecnología (CSIC) para dar a conocer sus proyectos y tantear cómo está la situación en España, dentro de la XVII Workshop Avances en Biología Molecular por Jóvenes Investigadores en el Extranjero.

El balance, para casi todos, es desolador: la crisis económica y, por ende, un presupuesto para la investigación en 2010 muy escaso pone más que difícil su retorno, salvo si están dispuestos a perder dinero, dejar de lado la estabilidad laboral, contar con menos medios para investigar y, además, correr el riesgo de quedarse en paro.

La propia convocatoria de esta jornada, por primera vez, han sufrido las vacas flacas: sólo una empresa, Promega, ha patrocinado una cita que en otros años contaba con varios esponsores.

Entre los asistentes, Daniel Lucas, que estuvo contratado por el Hospital Monte Sinaí de Nueva York desde hace tres años y ahora tiene una beca de la Fundación Ramón Areces. “Mi idea era volver, pero vistos los recortes me quedaré en Estados Unidos. No quiero regresar para tener peor sueldo y por un contrato temporal. Y no soy el único. Mucha gente no vuelve sin unas condiciones dignas”.

Gabino Sánchez, de 35 años, un biólogo que trabaja en la Universidad de Utrecht, y su esposa Sara Díaz, de 31, bioquímica de la misma universidad, hace tiempo que quieren volver a España. “Echamos de menos a la familia. Se que volver es complicado, pero soy opitmista y espero que lo logremos, aunque sea un paso atrás a nivel científico”, asegura Gabino. Sara, por su parte, reconoce que para volver “al menos tenemos que encontrar algo fijo para uno de nosotros porque tenemos hijos”.

Todos reconocen que la crisis económica ha azotado en otros países como en éste, “pero la investigación partía de una situación mejor y aquí, cuando empezaba a mejorar llega el batacazo”.

A Gonzalo de la Rosa, experto en biología inmunológica en la Universidad de Maryland (Estados Unidos) está a punto de caducarle el visado que le permite investigar al otro lado del océano. “He venido al CNB a hacer contactos y ver como está la cosa porque mi ilusión es volver a España”.

Para De la Rosa, que ya tiene 35 años, “es un absurdo que un país nos pague la formación y luego no trabaje para quien le ha financiado cuando empezamos a producir”.

Volver fue lo que hizo Yolanda Carrasco, gracias a un contrato Ramón y Cajal de cinco años. Ya lleva la mitad de ese tiempo, en el Centro Nacional de Biotecnología. “He tenido suerte porque la crisis me ha pillado con un proyecto con financiación para tres años, pero a finales de 2010 tendré problemas para renovar la ayuda del Plan Nacional y tendré que buscar dinero por otro lado. Y cuando se acabe el contrato, no se si tendré plaza, porque algunos cajales se han quedado en la calle. Además, cada año hay menos contratos Ramón y Cajal porque luego no pueden recolocarnos”, denuncia. (El Mundo, 29/12/09). (Vía)”

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Um site interessante: El Mundo

Em jeito reflexivo natalício ….

http://fotos.sapo.pt/Srkc4p93Cl9PPbHL5hZc/340x255

Aos que passam pela nossa vida

Cada um que passa na nossa vida passa sozinho…
Porque cada pessoa é única para nós, e nenhuma substitui a outra.
Cada um que passa na nossa vida passa sozinho, mas não vai só…
Leva um pouco de nós mesmos e deixa-nos um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito, mas não há os que não levam nada.
Há os que deixam muito, mas não há os que não deixam nada.
Esta é a mais bela realidade da vida…
A prova tremenda de que cada um é importante
e que ninguém se aproxima do outro por acaso…

(Saint-Exupéry)

BOAS FESTAS!



Individual Teacher Incentives, Student Achievement and Grade Inflaction

“É um estudo académico realizado por um professor de Economia Aplicada da School of Business and Management da Universidade de Londres.

O estudo tem o título de Individual Teacher Incentives, Student Achievement and Grade Inflaction.

O autor é português: Prof. Pedro Martins. Para além de ser professor na Universidade de Londres, Pedro Martins é “fellow researcher” no Instituto Superior Técnico e no Institute of the Study of Labour, em Bona.

O estudo investigou o impacto das reformas educativas, realizadas, em Portugal, nos últimos 3 anos, no desempenho dos alunos do ensino secundário”.

Daqui …

recebido por e-mail

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Casos de indisciplina …

Está nas mãos dos professores e da escola acabar com os casos de indisciplina. Ambos são responsáveis por boa parte dos maus comportamentos que os alunos têm dentro da sala de aula.

Esta é uma das principais conclusões do estudo “A Indisciplina em Sala de Aula: Uma Abordagem Comportamental e Cognitiva”, do coordenador do Instituto Superior de Ciências Educativas (ver em . Luís Picado, especialista em psicologia da educação), defende no seu ensaio que muitos dos problemas têm por base a incapacidade da classe docente de encontrar novos modelos de convivência escolar: “Os professores são os responsáveis pelos problemas de indisciplina em sala de aula, mas não são os culpados por todas as situações de indisciplina em sala de aula.

Pode parecer uma imagem demasiado forte, mas não me importo de a usar se isso contribuir para alertar para este fenómeno”, esclarece o investigador e autor de vários estudos sobre psicologia escolar”.

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Nível de literacia na população portuguesa

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“Foi recentemente realizado um estudo sobre o nível de literacia na leitura dos portugueses.

Como se saberá, este tipo de literacia envolve competência para ler e compreender o que se lê, de modo a dar resposta a problemas concretos.

Tal estudo, realizado pela Data Angel Policy Research Incorporated e coordenado por Scott Murray, foi apresentado na passada semana na Fundação Calouste Gulbenkian, confirmando os dados a que chegou outros apurados em estudos anteriores: são graves as deficiências nas competências de literacia da nossa população.

Em concerto, e de modo muito sumário, este estudo evidenciou que em cada cinco sujeitos apenas um possui um nível médio de literacia.

O que é o nível mais baixo do conjunto de países investigados.

Notas:
– O relatório do referido estudo, intitulado A dimensão económica da literacia em Portugal: uma análise, pode ser consultado aqui.
– A referência ao mesmo no Portal da Educação, pode ser consultada aqui.
– Uma notícia de jornal da autoria de Isabel Teixeira da Mota, pode ler-se aqui“.

foto by Shark
in Rerum Natura
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“Ainda assim, assumindo o pressuposto de que a ineficiência não é algo equitativamente distribuido, eu gostava de conhecer a distribuição dessa ineficiência por cada uma das universidades.

«Portugal tem das universidades menos eficientes da União Europeia»

Um estudo conduzido por investigadores portugueses concluiu que o cenário será hoje melhor, mas que em 2005 os recursos estavam mal aproveitados, havia pouca produção científica e alunos com maus resultados. […] as razões para esta má nota do ensino superior português deve-se sobretudo à pouca produção científica dos académicos nacionais (menos publicações e menos citações do que a média europeia) e poucos estudantes a acabar o curso.


Os alunos portugueses demoram muito tempo a acabar o curso e tendem a abandonar mais vezes a universidade.» (TSF, 4 de Dezembro de 2009)”.

Daqui …

A Universidade e a Autonomia

As universidades europeias têm falta de autonomia, segundo um estudo da Associação Europeia de Universidades (AEI) e que recolheu contributos de 34 conferências de reitores, incluindo de Portugal.

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PAUSA MUSICAL

Acordai 1

Acordai 2

De Fernando Lopes Graça

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Navegando …

MAR PORTUGUÊS

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

In Mensagem, Fernando Pessoa

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