1 iogurte Activia por dia, durante 15 dias …

“Não passa pela cabeça de ninguém que todas a músicas sejam boas, só pelo simples facto de serem músicas. Mas, por alguma razão, há uma convicção subliminar difusa de que todos “estudos científicos” são iguais. E todos bons. Há uma razão para isso, que é o sistema de revisão pelos pares. Ou seja, um conjunto de investigadores escreve um artigo em que descreve um trabalho e respectivas conclusões. Este artigo é lido por outros cientistas, que podem sugerir alterações ou esclarecimentos adicionais e que propõem ou não a sua publicação. O editor, com base nas opiniões dos vários revisores, decide ou não publicar o artigo. É um sistema que tem provado os seus méritos, um pouco como a democracia (é o pior sistema, à excepção de todos os outros). É inegável que o conhecimento tem avançado com este sistema, havendo evidentemente alguns problemas. Pode-se dizer que funciona tão bem como a qualidade dos seus intervenientes, tal como a democracia. Por isso, nem todos os artigos (ou “estudos“) são iguais.


Há estudos melhores que outros. Uns são publicados em revistas mais prestigiadas e rigorosas (nem sempre a relação entre as duas é linear) que outros. E o sistema de revisão não é à prova de falhas. Os resultados podem ser sempre de algum modo “penteados” pelos investigadores sem que os revisores (que não repetem as experiências) dêem por isso. Ou mesmo falseados. Portanto, se cientistas sérios escreverem artigos que são revistos por revisores empenhados e publicados por editores responsáveis, temos um estudo credível (e revistas que publicam frequentemente estudos assim são tendencialmente mais lidas e têm um maior impacto). Tendo em conta que todos os intervenientes são seres humanos, é evidente que isto nem sempre funciona bem. Ou seja, há trabalhos com erros metodológicos graves e conclusões abusivas ou erradas, que podem perfeitamente ser publicados. Claro que, se for um assunto relevante, em que trabalhem vários grupos independentes, há uma tendência natural para as coisas serem esclarecidas. E esta penso que é uma das grandes virtudes da ciência: o auto-escrutínio da comunidade científica”.

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daqui ….

Os Portugueses e os Iogurtes Magros

“É do conhecimento geral que os portugueses estão cada vez mais preocupados com a sua alimentação assim como em mudar alguns dos hábitos alimentares. Nos dias que correm, em que a maior parte dos portugueses activos não têm tempo para uma refeição mais demorada, torna-se útil avaliar o comportamento dos portugueses face ao seu consumo de iogurtes magros ou dietéticos.

De 2001 para 2002 registou-se uma diminuição do número de consumidores de Iogurtes Magros, mas podemos observar algumas alterações nas características dos indivíduos que os consomem: registou-se um aumento do peso do sexo masculino no total dos Consumidores deste tipo de Iogurtes, assim como um aumento de peso nos Quadros Médios/ Superiores, Técnicos Especializados, Empregados de Serviços e Trabalhadores Especializados. Relativamente às classes sociais, a Classe Alta e Média Alta representa em 2002 25% dos consumidores de Iogurtes Magros, o que significa um acréscimo de peso relativamente a 2001 (em que representava 21.6%).

Em 2002, os consumidores de Iogurtes Magros são maioritariamente do sexo feminino. Em termos de distribuição etária, estão mais presentes nas idades compreendidas entre os 35 e os 44 anos, sendo a sua penetração no alvo superior nesta faixa etária à média do universo. O mesmo acontece na região da Grande Lisboa e na Classe Alta e Média Alta, como se pode observar em mais detalhe pelos gráficos que se apresentam seguidamente.

Esta análise faz parte integrante da análise exclusiva da Marktest.com sobre o Sector dos Iogurtes que está disponível para venda aqui”.

Daqui ….

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