Arquivo do mês: março 2010

Foi descoberta fóssil de uma “nova espécie” humana na Sibéria

Porque é que poderia ter havido um erro? (pensou o cientista).

Não será a Antropologia  uma área fascinante, assim como o são outras áreas, onde há muito por descobrir ?

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“A lasca de osso encontrada na Sibéria terá pertencido a uma espécie humana desconhecida – e hoje extinta – que coexistiu há 40 mil anos com os Neandertais e o homem moderno.

Quando olhou para os resultados, Johannes Krause, do Instituto Max Planck de Leipzig, na Alemanha, pensou que tinha havido um erro. Fez mais umas análises para ter a certeza de que o material genético era autêntico e muito antigo – e não o produto de uma qualquer contaminação. Quando acabou os testes, as dúvidas tinham desaparecido: estava mesmo perante “um novo tipo de ADN de homem primitivo”, como contou ontem numa conferência de imprensa telefónica”.

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Reflexões …

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Coisas no Abrupto

1 – UM PAÍS À BEIRA DO ABISMO

.. não vê, e não quer ver o abismo.

2 – OS ABISMOS SÃO SEMPRE MAIORES

…do que a possibilidade de os saltar.

3 – AS PESSOAS SENSATAS TEMEM CAIR

…e começam a recuar e a andar mais devagar.

4- MAS O MAIOR VAIDOSO ACHA QUE ACELERANDO

… pode saltar por cima do abismo.

5 – QUANDO A VAIDADE E A INCONSCIÊNCIA LEVAM A ACELERAR EM DIRECÇÃO AO ABISMO

… quem vai cair quer levar o maior numero de pessoas com ele.


6 – UMA MENTIRA LABORIOSAMENTE CONSTRUÍDA

…não deixa de ser mentira.

7 – UMA MENTIRA PROTEGIDA PELAS MENTIRAS DE HOMENS PODEROSOS

…não deixa de ser mentira.

8 – OS PODEROSOS PROTEGEM-SE UNS AOS OUTROS

… para que não haja tentações de subversão do seu poder.

9 – OS PODEROSO PROTEGEM-SE UNS AOS OUTROS

… não por solidariedade política, mas por solidariedade do poder. O poder ilegítimo comunica entre si pela comunidade de interesses.

10 – UMA PROTECÇÃO EFICAZMENTE CONSEGUIDA NO PRESENTE

… não chega para proteger no futuro. Mas, com o futuro os poderosos podem bem, porque eles vivem sempre no presente.

11 – É MAIS FÁCIL APAGAR PROVAS NO TESTEMUNHO ORAL

.. do que no papel. O papel verga menos do que alguns homens.

12 – AS PROVAS NO PAPEL EMPALIDECEM COM O TEMPO

…sabem os mentirosos demasiado bem.

13 – OS PODEROSOS NÃO GOSTAM DE DEIXAR RASTRO NO PAPEL

…mesmo quando a isso são obrigados. Preferem o telefone, ou as conversas entre pessoas cúmplices, interessadas, e fiéis. Quanto mais etéreo melhor.

14 – MESMO O TELEFONE REVELA-SE PERIGOSO

…pelo que cada vez mais se usam os métodos da Al-Qaida: ordens por mensageiro de burro entre cavernas,

15 – É BOM PARA OS GOVERNOS

… que nunca se pergunte nada. As Comissões de Inquérito são para abater.

16 – TUDO ESTÁ PODRE

… na nossa Dinamarca.

17 – NÃO SE DEVE FAZER FUROS NO FUNDO DO MAR

… quando não se sabe tapa-los.

18 – UMA DUQUESA NÃO TEM MAIS HONRA DO QUE UMA SENHORA DA LIMPEZA

…bem pelo contrário.

19 – SE ESTIVER CALOR E SOL E FOR SÁBADO OU DOMINGO

… está aberta a época de praia nem que seja por um dia. Na época de praia deve haver sempre protecção mesmo para os negligentes..

20 – A UM HOMEM COMO JOSÉ LUÍS SALDANHA SANCHES

… é muito difícil caber num título tipo caixinha . Nem “revolucionário”, nem “fiscalista”, outra coisa. Que não cabe numa caixinha.

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© José Pacheco Pereira

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Progamas Doutorais em Engenharia

“Antes eram doutoramentos. Agora são programas doutorais. Diferenças que detectei entre um e outro, no caso do programa doutoral em Engenharia Têxtil:

1)-Antes só se entrava em doutoramento com Mestrado e por sua vez no Mestrado só se entrava com 14 de média, ou currículo equivalente. Agora pode-se entrar com o Mestrado Integrado, que não é muito mais e ás vezes menos que a antiga licenciatura de 5 anos, com nota de 10 e/ou algum currículo. Portanto de uma assentada eliminou-se o Mestrado pelo meio e baixou-se a média para 10! Ao fim e ao cabo, significa que se pode chegar a doutor qualquer aluno que tenha sempre sido um aluno que conseguia os mínimos para passar ao longo de todo o seu percurso, desde o secundário ao Universitário.
2)- O programa Doutoral tem 4 Opções no primeiro ano nas áreas de Tecnologias Complementares, com 140 horas cada uma e 5 ECTS. O que são? Têm nomes do género: Metodologias da investigação.
Qual a necessidade de tantas horas de disciplinas que procuram ensinar ao aluno as competências que ele iria adquirir ao longo do seu doutoramento? A pesquisa ensina-se? Os professores dessas UCs que mais-valia conferem à pesquisa?
Imagino que um aluno que entra para doutoramento não quer mais aulas de “encher”.
Muitos já vêm do Mestrado com a tese delineada e com a pesquisa iniciada. Tudo isto só faz sentido para os professores de cartilha mas não para investigadores.
Estar-se a transformar o doutoramento que era uma tese de investigação num curso é, a meu ver, o caminho para retirar aquilo que de melhor havia nas Universidades, ao estilo anglo-saxónico, e introduzir mais matéria inerte, desnecessária e desmotivadora, muito ao estilo do continente europeu (a velha Europa).
Se isto é Bolonha então prefiro Londres ou Nova Iorque, como quem diz, prefiro o ensino experimental ao napoleónico”.

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Quem diria? A astronomia é a área mais competitiva a nível da produção científica em Portugal

A produção científica portuguesa na área da astronomia é a mais competitiva que se faz em Portugal, sendo o número de citações superior à média mundial, segundo dados do Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais do Ministério da Ciência.

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Investigadores e Internet …

Como é que a Internet é usada enquanto ferramenta de pesquisa e divulgação de trabalhos científicos e que impacto teve no ensino universitário?


“Em busca de resposta a estas perguntas, a Renascença visitou várias universidades e institutos científicos portugueses e foi ver como é que o ciberespaço alterou o dia-a-dia dos investigadores.

Mal chega de manhã ao seu gabinete na Universidade de Coimbra, Margarida Melo vai direita ao computador. Esta investigadora da Faculdade de Ciências e Tecnologia começa o dia  de trabalho a navegar na Web.

Saber o que está a ser feito nos quatro cantos do mundo por quem trabalha nas mesmas áreas de investigação e caso seja necessário comunicar via net com os outros investigadores, é uma das vantagens sublinhadas por João Fonseca, do Departamento de Física do Instituto Superior Técnico, em Lisboa – um cenário que não tem nada a ver com o que se passava há algumas décadas atrás.

Muitas vezes os dados encontram-se apenas disponíveis na net, sublinha Henrique Teotónio, coordenador do grupo de genética evolutiva do Instituto Gulbenkian da Ciência, em Oeiras, um mundo virtual que veio substituir muitas bibliotecas, destaca Margarida Melo.

A Internet pode ser também utilizada como uma ferramenta de coordenação de trabalho cientifico. É o que se passa com o hiper-laser, um projecto que está a ser desenvolvido pelo Instituto Superior Técnico em conjunto com mais 25 instituições europeias. São no total 13 os países envolvidos no desafio de construir um laser de fusão. O investigador britâncio Jonathan Davies, do IST,  é um dos cientistas desta equipa internacional.

Depois da pesquisa e investigação segue-se a divulgação dos trabalhos científicos. Margarida Melo dá conta do feed back que tem quando publica as conclusões a que chega na área em que trabalha, a geometria algébrica, uma área da matemática pura.

Com uma imensidão de trabalhos disponíveis no ciber-espaço a net mudou também a forma como se dá aulas no ensino superior, destaca João Fonseca, do Técnico – um cenário que também comporta riscos, desvantagens e vantagens de ter o mundo cientifico mesmo ali à mão”.

Daqui …

Por aqui …

Dia Internacional da Mulher …

“O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de Março teve origem nas manifestações femininas por melhores condições de trabalho e direito de voto, no início do século XX, na Europa e nos Estados Unidos.

A data foi adoptada pelas Nações Unidas, em 1975, para lembrar tanto as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres como as discriminações e as violências a que muitas mulheres ainda estão sujeitas em todo o mundo”.

Nas últimas décadas  tem sido utilizada para fins meramente comerciais, perdendo-se parcialmente o significado original.

Daqui …

No Dia da Mulher três documentos a não perder

Westminster Women: The Politics of Presence

The Impact of Electoral Reform on Women’s Representation

Gender Equality and Democracy

Daqui …

Base de dados completa, grátis e acessível: Pordata

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“Em 1982, Portugal tinha menos de quatro mil investigadores a tempo integral, em 2008 tinha mais de 40 mil. Em 1986, a dotação orçamental (pública) em Ciência e Tecnologia representa 0,2 por cento do PIB. Em 2008 chegou ao um por cento. Estes dados, entre muitos outros (como o gráfico em baixo), com a evolução da despesa em actividades de investigação e desenvolvimento, são possíveis de encontrar desde esta terça-feira em www.pordata.pt, a primeira grande realização da Fundação Francisco Manuel dos Santos, presidida pelo investigador António Barreto”.