Reflexões …

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Coisas no Abrupto

1 – UM PAÍS À BEIRA DO ABISMO

.. não vê, e não quer ver o abismo.

2 – OS ABISMOS SÃO SEMPRE MAIORES

…do que a possibilidade de os saltar.

3 – AS PESSOAS SENSATAS TEMEM CAIR

…e começam a recuar e a andar mais devagar.

4- MAS O MAIOR VAIDOSO ACHA QUE ACELERANDO

… pode saltar por cima do abismo.

5 – QUANDO A VAIDADE E A INCONSCIÊNCIA LEVAM A ACELERAR EM DIRECÇÃO AO ABISMO

… quem vai cair quer levar o maior numero de pessoas com ele.


6 – UMA MENTIRA LABORIOSAMENTE CONSTRUÍDA

…não deixa de ser mentira.

7 – UMA MENTIRA PROTEGIDA PELAS MENTIRAS DE HOMENS PODEROSOS

…não deixa de ser mentira.

8 – OS PODEROSOS PROTEGEM-SE UNS AOS OUTROS

… para que não haja tentações de subversão do seu poder.

9 – OS PODEROSO PROTEGEM-SE UNS AOS OUTROS

… não por solidariedade política, mas por solidariedade do poder. O poder ilegítimo comunica entre si pela comunidade de interesses.

10 – UMA PROTECÇÃO EFICAZMENTE CONSEGUIDA NO PRESENTE

… não chega para proteger no futuro. Mas, com o futuro os poderosos podem bem, porque eles vivem sempre no presente.

11 – É MAIS FÁCIL APAGAR PROVAS NO TESTEMUNHO ORAL

.. do que no papel. O papel verga menos do que alguns homens.

12 – AS PROVAS NO PAPEL EMPALIDECEM COM O TEMPO

…sabem os mentirosos demasiado bem.

13 – OS PODEROSOS NÃO GOSTAM DE DEIXAR RASTRO NO PAPEL

…mesmo quando a isso são obrigados. Preferem o telefone, ou as conversas entre pessoas cúmplices, interessadas, e fiéis. Quanto mais etéreo melhor.

14 – MESMO O TELEFONE REVELA-SE PERIGOSO

…pelo que cada vez mais se usam os métodos da Al-Qaida: ordens por mensageiro de burro entre cavernas,

15 – É BOM PARA OS GOVERNOS

… que nunca se pergunte nada. As Comissões de Inquérito são para abater.

16 – TUDO ESTÁ PODRE

… na nossa Dinamarca.

17 – NÃO SE DEVE FAZER FUROS NO FUNDO DO MAR

… quando não se sabe tapa-los.

18 – UMA DUQUESA NÃO TEM MAIS HONRA DO QUE UMA SENHORA DA LIMPEZA

…bem pelo contrário.

19 – SE ESTIVER CALOR E SOL E FOR SÁBADO OU DOMINGO

… está aberta a época de praia nem que seja por um dia. Na época de praia deve haver sempre protecção mesmo para os negligentes..

20 – A UM HOMEM COMO JOSÉ LUÍS SALDANHA SANCHES

… é muito difícil caber num título tipo caixinha . Nem “revolucionário”, nem “fiscalista”, outra coisa. Que não cabe numa caixinha.

(url)


© José Pacheco Pereira

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Progamas Doutorais em Engenharia

“Antes eram doutoramentos. Agora são programas doutorais. Diferenças que detectei entre um e outro, no caso do programa doutoral em Engenharia Têxtil:

1)-Antes só se entrava em doutoramento com Mestrado e por sua vez no Mestrado só se entrava com 14 de média, ou currículo equivalente. Agora pode-se entrar com o Mestrado Integrado, que não é muito mais e ás vezes menos que a antiga licenciatura de 5 anos, com nota de 10 e/ou algum currículo. Portanto de uma assentada eliminou-se o Mestrado pelo meio e baixou-se a média para 10! Ao fim e ao cabo, significa que se pode chegar a doutor qualquer aluno que tenha sempre sido um aluno que conseguia os mínimos para passar ao longo de todo o seu percurso, desde o secundário ao Universitário.
2)- O programa Doutoral tem 4 Opções no primeiro ano nas áreas de Tecnologias Complementares, com 140 horas cada uma e 5 ECTS. O que são? Têm nomes do género: Metodologias da investigação.
Qual a necessidade de tantas horas de disciplinas que procuram ensinar ao aluno as competências que ele iria adquirir ao longo do seu doutoramento? A pesquisa ensina-se? Os professores dessas UCs que mais-valia conferem à pesquisa?
Imagino que um aluno que entra para doutoramento não quer mais aulas de “encher”.
Muitos já vêm do Mestrado com a tese delineada e com a pesquisa iniciada. Tudo isto só faz sentido para os professores de cartilha mas não para investigadores.
Estar-se a transformar o doutoramento que era uma tese de investigação num curso é, a meu ver, o caminho para retirar aquilo que de melhor havia nas Universidades, ao estilo anglo-saxónico, e introduzir mais matéria inerte, desnecessária e desmotivadora, muito ao estilo do continente europeu (a velha Europa).
Se isto é Bolonha então prefiro Londres ou Nova Iorque, como quem diz, prefiro o ensino experimental ao napoleónico”.

Daqui …

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