Arquivo da categoria: familias

Um Estudo Interessante …

A FAMÍLIA TRADICIONAL É MELHOR PARA EDUCAR OS FILHOS

Artigo do Prof. Ramiro Marques

“É um estudo realizado pela Universidade de Valência que – tenho a certeza – não só não será divulgado em Portugal como as elites que controlam os espaços decisórios e mediáticos na área da educação vão procurar silenciar.

O estudo conclui aquilo que toda a gente sabe mas convém ignorar para não ser acusado de reaccionário e conservador: as famílias nucleares tradicionais educam melhor as crianças do que as famílias monoparentais e reconstruídas.

Pionero en su anásisis, el estudio «Infancia y familias. Valores y estilo de educación» , elaborado por el Instituto de Creataividad e Innovaciones Educativas, revela cierta dejación del deber educativo en algunos casos, sensación de impotencia o rendición de los educadores en otros y pone de manifiesto el impacto del consumo que altera las normas internas de la familia. El informe concluye que al menos alrededor del 10% de las familias desarrollan unas conductas claramente inadecuadas para la educación de sus hijos.

El resultado de estas actitudes es una revolución de la infancia, un tramo de edad cada vez más limitado en el tiempo en el que la familia y la escuela han dejado de ser los únicos actores influyentes. «La calle ha expulsado a los niños, así que éstos se refugian en internet, la televisión y los móviles, lo que les lleva a apropiarse de modelos de comportamiento adulto: cada vez se es niño menos tiempo. Así, problemas asociados a la tardía adolescencia como el consumo de alcohol y tabaco o las conductas reivindicativas con sus mayores se presentan cada vez a más temprana edad», denuncia la catedrática de Teoría de la Educación de la Universidad de Valencia Petra María Pérez Alonso-Geta, directora del estudio. Si tradicionalmente el pequeño abandonaba el juego al llegar a la pubertad, «actualmente lo hacen antes de los diez años».

En los hogares monoparentales, el progenitor es más vulnerable a la hora de enfrentarse a los conflictos y se siente porcentualmente «más incapaz de educar a sus hijos como le gustaría», algo que también se refleja en las familias reconstituidas,

cuyos vástagos son los que reciben más recompensas materiales «pero los más conflictivos, realmente, las familias de segundo intento no son el contexto de socialización más adecuado para los menores», destaca la profesora Pérez, quien concluye que algo similar pasa con todos los modelos familiares distintos del convencional. «Es lo que sale en las estadísticas, lo que nos han contado los padres y no es más que un reflejo de la realidad. En las familias nucleares (convencionales), se percibe muchísimo menos la sensación de incompetencia y fracaso frente a la educación de los hijos». Según los resultados estadísticos del estudio, en las familias convencionales se reducen los casos de agresividad con otros niños en la escuela así como los problemas de alimentación y los errores en la nutrición“.

“Para saber mais:
Infancia y Familias: Valores y Estilos de Educación, 6 a 14 anos”

Trata-se de um artigo publicado pelo Prof. Ramiro Marques no ProfBlog, um dos meus blogs favoritos, que concedeu a  sua publicação no DOCTORICES.

Obrigada, mais uma vez.

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As cidades, a qualidade de vida e o Dia Mundial da Saúde

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«Para ser uma cidade saudável não basta parecê-lo. É preciso responder aos critérios apertados da Organização Mundial de Saúde (OMS) para entrar na Rede Europeia de Cidades Saudáveis.

Seixal, Viana do Castelo, Montijo e Oeiras conseguiram juntar-se às mais de mil cidades e municípios de 30 países europeus com o selo de qualidade “saudável” da OMS.

Como o conseguiram? Avançaram com iniciativas concretas para melhorar os indicadores de saúde locais e aumentar a qualidade de vida dos seus habitantes. […]

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Os três municípios mais antigos na rede europeia destacaram-se essencialmente pela “promoção de estilos de vida saudáveis como a actividade física, iniciativas contra a obesidade e ainda a integração social dos imigrantes”, aponta Mirieme Ferreira.

Já em 2003, o relatório da OMS, que define objectivos para o projecto Cidades Saudáveis de cinco em cinco anos, destacou as actividades físicas para todas as idades que a autarquia de Viana do Castelo promove cada segundo domingo do mês entre Abril e Setembro.

No Seixal, o Observatório de Segurança Rodoviária tem sinalizado os pontos negros do concelho, identificando a origem dos acidentes para intervir nas vias e avaliar o impacto na saúde dos munícipes.

No Montijo, o projecto “Tu Kontas” ajuda a incluir a comunidade imigrante do concelho na sociedade. […]» (i, 7 de Abril de 2010.»

Daqui …

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Retrato

«Doenças cardiovasculares, diabetes, asma e cancro são as “doenças de cidade” mais frequentes em Portugal, avança ao i o director da Escola Nacional de Saúde Pública.

“No país e em particular nas cidades, há uma desigualdade na saúde mais flagrante do que há 10 anos.

A doença não é distribuída de modo igual pelas camadas socioeconómicas e atinge os estratos sociais mais baixos”, nota Constantino Sakellarides.

Contudo, no Dia Mundial da Saúde, não deixa de apontar “progressos importantes nas condições de vida e acesso ao serviço de saúde” no país.

Para Sakellarides, as cinco maiores preocupações actuais dos portugueses na saúde são: não querer morrer cedo, juntar qualidade de vida à velhice, ter boa sexualidade e bom sono e, por último, não ser vítima de violência».

Sandra Pereira

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Hoje é o

Dia Mundial da Saúde – 7 de Abril de 2010

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Dia Internacional da Mulher …

“O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de Março teve origem nas manifestações femininas por melhores condições de trabalho e direito de voto, no início do século XX, na Europa e nos Estados Unidos.

A data foi adoptada pelas Nações Unidas, em 1975, para lembrar tanto as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres como as discriminações e as violências a que muitas mulheres ainda estão sujeitas em todo o mundo”.

Nas últimas décadas  tem sido utilizada para fins meramente comerciais, perdendo-se parcialmente o significado original.

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No Dia da Mulher três documentos a não perder

Westminster Women: The Politics of Presence

The Impact of Electoral Reform on Women’s Representation

Gender Equality and Democracy

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1 iogurte Activia por dia, durante 15 dias …

“Não passa pela cabeça de ninguém que todas a músicas sejam boas, só pelo simples facto de serem músicas. Mas, por alguma razão, há uma convicção subliminar difusa de que todos “estudos científicos” são iguais. E todos bons. Há uma razão para isso, que é o sistema de revisão pelos pares. Ou seja, um conjunto de investigadores escreve um artigo em que descreve um trabalho e respectivas conclusões. Este artigo é lido por outros cientistas, que podem sugerir alterações ou esclarecimentos adicionais e que propõem ou não a sua publicação. O editor, com base nas opiniões dos vários revisores, decide ou não publicar o artigo. É um sistema que tem provado os seus méritos, um pouco como a democracia (é o pior sistema, à excepção de todos os outros). É inegável que o conhecimento tem avançado com este sistema, havendo evidentemente alguns problemas. Pode-se dizer que funciona tão bem como a qualidade dos seus intervenientes, tal como a democracia. Por isso, nem todos os artigos (ou “estudos“) são iguais.


Há estudos melhores que outros. Uns são publicados em revistas mais prestigiadas e rigorosas (nem sempre a relação entre as duas é linear) que outros. E o sistema de revisão não é à prova de falhas. Os resultados podem ser sempre de algum modo “penteados” pelos investigadores sem que os revisores (que não repetem as experiências) dêem por isso. Ou mesmo falseados. Portanto, se cientistas sérios escreverem artigos que são revistos por revisores empenhados e publicados por editores responsáveis, temos um estudo credível (e revistas que publicam frequentemente estudos assim são tendencialmente mais lidas e têm um maior impacto). Tendo em conta que todos os intervenientes são seres humanos, é evidente que isto nem sempre funciona bem. Ou seja, há trabalhos com erros metodológicos graves e conclusões abusivas ou erradas, que podem perfeitamente ser publicados. Claro que, se for um assunto relevante, em que trabalhem vários grupos independentes, há uma tendência natural para as coisas serem esclarecidas. E esta penso que é uma das grandes virtudes da ciência: o auto-escrutínio da comunidade científica”.

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daqui ….

Os Portugueses e os Iogurtes Magros

“É do conhecimento geral que os portugueses estão cada vez mais preocupados com a sua alimentação assim como em mudar alguns dos hábitos alimentares. Nos dias que correm, em que a maior parte dos portugueses activos não têm tempo para uma refeição mais demorada, torna-se útil avaliar o comportamento dos portugueses face ao seu consumo de iogurtes magros ou dietéticos.

De 2001 para 2002 registou-se uma diminuição do número de consumidores de Iogurtes Magros, mas podemos observar algumas alterações nas características dos indivíduos que os consomem: registou-se um aumento do peso do sexo masculino no total dos Consumidores deste tipo de Iogurtes, assim como um aumento de peso nos Quadros Médios/ Superiores, Técnicos Especializados, Empregados de Serviços e Trabalhadores Especializados. Relativamente às classes sociais, a Classe Alta e Média Alta representa em 2002 25% dos consumidores de Iogurtes Magros, o que significa um acréscimo de peso relativamente a 2001 (em que representava 21.6%).

Em 2002, os consumidores de Iogurtes Magros são maioritariamente do sexo feminino. Em termos de distribuição etária, estão mais presentes nas idades compreendidas entre os 35 e os 44 anos, sendo a sua penetração no alvo superior nesta faixa etária à média do universo. O mesmo acontece na região da Grande Lisboa e na Classe Alta e Média Alta, como se pode observar em mais detalhe pelos gráficos que se apresentam seguidamente.

Esta análise faz parte integrante da análise exclusiva da Marktest.com sobre o Sector dos Iogurtes que está disponível para venda aqui”.

Daqui ….

Os jovens e o conhecimento científico …

“O Museu de Ciência da Universidade de Coimbra acaba de lançar o concurso “Diários da Biodiversidade”, de Fevereiro a Dezembro, e desafia os “pequenos cientistas portugueses” a juntarem num diário toda a informação sobre os animais, plantas e fungos que os rodeiam.

É ver a natureza “debaixo da lupa”. Com este concurso, lançado no Ano Internacional da Biodiversidade, o Museu de Ciência da Universidade de Coimbra (UC) pretende “alertar os mais jovens para a importância da conservação da natureza” e promover um contacto directo com a biodiversidade, explica em comunicado.

Podem participar jovens até aos 18 anos, em equipas de dois a cinco elementos. O desafio é “observar a natureza durante um período alargado de tempo, que pode ir de um mês a quase um ano, e elaborar um diário com as características mais importantes dos seres vivos que descobriram”, através de textos, ilustrações, fotos e outros meios.

A supervisão de um adulto é obrigatória, sendo ele professor, encarregado de educação ou membro da família”.

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In Universidade de Coimbra desafia jovens a criarem “Diários da Biodiversidade”
11.02.2010
Helena Geraldes

Reflectindo acerca da educação das crianças …

O que os Pais NÃO DEVERIAM FAZER:

“Pensar que as crianças não precisam de normas.

Tentar ser amigo em vez de exercer a parentalidade.

Proteger de mais os filhos, retirando-lhes as dificuldades do caminho.

Favorecer o consumismo. Gera uma insatisfação permanente.

Pregar sermões. Há que actuar antes com coerência e firmeza.

Não reagir aos primeiros sinais de alarme”.

“E eu acrescento outras coisas que não se devem fazer:

Dizer mal dos professores à frente dos filhos.

Pedir desculpa aos filhos por tudo e por nada, dando sinais de fraqueza.

Fazer aquilo que não se quer que os filhos façam.

Mostrar, por palavras e actos, desprezo pelo trabalho e pelo esforço.

Dar a entender, por palavras e actos, que a vida é um festim”.

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Relação entre cancro infantil e poluição

“Foi publicado na revista European Journal of Cancer um artigo que relaciona a poluição ambiental à produção de vários tipos de câncer nas crianças. Na Europa, o câncer entre as crianças cresceu à taxa de 1,1% ao ano, nos últimos 20 anos.

Agentes tóxicos no nosso meio ambiente são os maiores responsáveis por este problema e estão dia-a-dia mais presentes no nosso mundo.

Cientistas que participaram dessa pesquisa afirmam que esse aumento é tão expressivo e consistente para ser menosprezado por varias correntes da Ciência que apenas se desculpam considerando que os métodos diagnósticos modernos propiciaram descobertas da doença com mais facilidade.

As verdadeiras causas situam-se entre mudanças no estilo de vida, alimentação com excesso de processamento e exposição a diversos elementos tóxicos ambientais.

Vários tipos de câncer foram detectados em muitos países mas a maior incidência é a de leucemia, entre as crianças.
A cada dia que passa, mais e mais elementos tóxicos são colocados à nossa frente, seja no ar, na alimentação, na água e ate mesmo nos medicamentos. O fumo, álcool e as drogas são coadjuvantes nesse processo cujo resultado final é a doença grave e, consequentemente, a morte”.

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