Inovações

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“Anyone who has never made a mistake has never tried anything new.”  – Albert Einstein

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Vale a pena saber e ler

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A investigadora Elvira Fortunato, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (UNL), no ano que passou, venceu uma das Bolsas Avançadas do European Research Council, no valor de 2,25 milhões de euros, disse ao PÚBLICO Maria Arménia Carrondo, vice-reitora da UNL.

Elvira Fortunato, é actualmente directora do Centro de Investigação de Materiais (Cenimat) da UNL e foi notícia por ter publicado, em conjunto com mais cinco colegas do seu centro de investigação, um artigo científico que descreve o primeiro transístor com papel. A este primeiro concurso de Bolsas Avançadas da European Research Foundation concorreram 2167 investigadores: 766 na área das Ciências da Vida e Medicina, 997 na área da Física e das Engenharias e 404 nas Ciências Sociais e Humanidades”.

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Muito mais do que silício – Entrevista com Elvira Fortunato (Abril de 2009)

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ENSINO EXPERIMENTAL REFLEXIVO DAS  CIÊNCIAS

“No trabalho continuado ao longo dos anos desenvolvemos uma teoria e uma prática de sala de aula a que designamos de ensino experimental reflexivo das ciências (ver http://hdl.handle.net/1822/8095). Nesse processo de ensino parte-se de questões, problemas e fenómenos que se tornam objecto de reflexão e investigação experimental.

As situações experimentais são geradoras de diferentes ideias que suscitam a comunicação, a discussão e a argumentação entre os alunos. Estes podem recorrer de novo ao processo experimental para avaliarem a conformidade das ideias com a evidência, o que permite o abandono de certas ideias e acolhimento de outras. E todo o processo é mediado pela acção intencional do professor, que promove uma atmosfera de estimulação do pensamento e da criatividade, baseada em princípios de respeito mútuo, de liberdade de comunicação e de expressão da afectividade”.

Do Artigo: Poderes e Estagnação Educacional no 1º Ciclo do Ensino Básico

Joaquim Sá, Prof. Associado da Universidade do Minho,
Blog: Em cada criança um génio da ciência!

http://geniociencia.blogspot.com

Data:  Janeiro, 2009

No processo de ensino experimental reflexivo das ciências as crianças (Sá c/ Varela, 2004):
a) Explicitam as suas ideias e modos de pensar sobre questões, problemas e fenómenos;
b) Argumentam e contra-argumentam entre si e com o adulto quanto ao fundamento das suas ideias;
c) Submetem as ideias e teorias pessoais à prova da evidência com recurso aos processos de investigação;
d) Recorrem à escrita de forma regular na elaboração de planos de investigação, na elaboração de relatórios e no registo das observações e dados da evidência;
e) Avaliam criticamente o grau de conformidade das suas teorias, expectativas e previsões com as evidências;
f) Adquirem conhecimentos científicos partindo de diferentes perspectivas pessoais sobre as evidências, depois de discutidas e serem objecto de um processo de “decantação”.

Isto acontece realmente, em grupos bem organizados, trabalhando com alto sentido de responsabilidade, por onde o professor vai passando regularmente, por sua iniciativa ou a pedido do grupo.

A competência fundamental do professor é a do questionamento reflexivo, que em cada situação e momento, fornece o estímulo intelectual e a adequação do grau de dificuldade, indispensáveis para que as crianças vão evoluindo para patamares de pensamento cada vez mais elevados (Sá, 1996; http://hdl.handle.net/1822/8165).

As boas questões são as que vão de encontro à zona óptima de dificuldade na mente do aluno, ou seja, as que captam a zona cognitiva mais produtiva, fazendo o pensamento avançar.

Deste modo – diz-nos a experiência de sala de aula – as crianças são capazes de superar complexos desafios de natureza cognitiva, com prazer e sentimento de realização pessoal.

Atingem elevados níveis de sucesso em termos dos objectivos de natureza cognitiva, tradicionalmente valorizados, mas vão muito para além disso. Tornam-se pensadores activos e críticos, desenvolvem competências sociais, promovem a sua auto-estima, a motivação intrínseca, a autonomia, a capacidade de tomar decisões e aprendem a lidar de forma positiva com as situações de insucesso.

A cada insucesso, avaliam criticamente a situação com a ajuda do professor e recomeçam com maior zelo e empenho.

DAQUI …

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Agência para criar empresas nas áreas da saúde

e ciências da vida

:: 2009-04-08

No final do primeiro ano pretende ter já criadas uma dezena ou dezena e meia de empresas, aproveitando as capacidades já existentes, em parques tecnológicos e incubadoras, explicou o presidente da CoimbraVita, Nuno Freitas, no acto de assinatura do protocolo de colaboração com a DNA Cascais.

“É uma meta ambiciosa, mas que vale a pena perseguir”, declarou o mesmo responsável, adiantando que é intenção da agência dirigir-se aos centros de investigação para saber que produtos podem vir para o mercado.

O apoio à melhoria dos planos de negócio, a oferta de soluções de financiamento, a criação do primeiro clube de “business angels”

“A crise, com o fraco crescimento económico, a ameaça de desemprego de longa duração, em especial nos jovens, por um lado, o potencial papel das autarquias e das agências regionais, por outro, criam o contexto para novos mecanismos de incentivo ao empreendedorismo”, afirmam os promotores.

Segundo Nuno Freitas, trata-se de oferecer aos potenciais interessados um conjunto de instrumentos de apoio à criação de empresas nas áreas da saúde e tecnologias das ciências da vida, envolvendo a comunidade e as forças vivas da região nesse ecossistema empreendedor, localizar novas empresas ou potenciais negócios, fomentar o emprego e despertar nos jovens a criatividade e o empreendedorismo. especializado nas áreas da saúde e ciências da vida, o aconselhamento na localização de empresas e a disponibilização de uma bolsa de gestores são algumas das vertentes de intervenção da DNA Saúde.

Apoio ao investimento

Para cumprir esses objectivos pretendem desenvolver acções de formação em empreendedorismo nas escolas, com professores e alunos, criar um banco de ideias, e ajudar ao acesso ao microcrédito, ao capital de risco, a apoios ao investimento e ao crédito bancário.

A tradição universitária, de investigação e assistencial, de Coimbra em saúde e ciências da vida criam um contexto propício para a intervenção desta nova agência, que aproveitará da incubadora do Instituto Pedro Nunes, e dos parques tecnológicos IParque (Coimbra), Biocant (Cantanhede), entre outros.

“Temos de desenvolver novas atitudes. A região de Coimbra tem conhecimento bastante que se deve transformar em valor. Coimbra deve assumir uma capitalidade na área da saúde, numa perspectiva regional, numa lógica de rede, e multipolar”, com vários parceiros, em que se incluem as autarquias, afirmou Nuno Freitas.

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UM desenvolve tecnologia de ponta na área do biogás

O Matadouro Regional de Montalegre vai produzir metade da energia que consome, através de um projecto inovador de aproveitamento de biogás, desenvolvido pela Universidade do Minho (UM) e pela empresa Ambisys. O ComUM foi tentar perceber as bases da iniciativa.

O projecto consiste num reactor anaeróbico de manto de lamas invertido, especialmente dedicado ao tratamento anaeróbico (sem oxigénio) de alta carga de efluentes complexos contendo lípidos. Isto significa, que esta nova tecnologia consegue produzir biogás directamente da gordura. Esta inovação não diminui só os custos (produção de energia reduzida para metade) como respeita mais o meio ambiente. O protótipo do reactor está a ser testado há cerca de um mês, tendo vindo a apresentar bons resultados, uma vez que permite uma produção eficiente de biogás.

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05/05/09
Cláudia Carvalho

em Universidade Alternativa

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A Investigação no campo educacional

Título do Artigo:
“Dos tempos e lugares do campo educacional : uma análise dos percursos de investigação em Portugal (1900-2000)”
Autor:

Pacheco, José Augusto (docente da Universidade do Minho)

Resumo:

Este texto incide sobre os tempos e lugares do campo educacional ou das ciências da educação, pretendendo-se fazer uma análise reflexiva sobre os percursos de investigação desde a sua emergência até a fase da sua maturidade e consolidação epistemológica. Os lugares estão no aparelho administrativo do Estado, sobretudo nos ministérios ligados à educação e à ciência, nas instituições de ensino superior e nas escolas dos ensinos básico e secundário. Os tempos investigativos encontram-se na encruzilhada de dúvidas, de dependências, de incertezas e de uma coragem que falta alicerçar no interior da comunidade científica comprometida com as ciências sociais e com as questões relativas ao campo educacional.

Artigo em pdf In Revista Brasileira de Educação. ISSN 1413-6538. 25 (Jan./Abr. 2004), pp. 53-66.

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Quatro cientistas premiados por estudos fundamentais no âmbito da saúde:  colesterol, cancro, malária e telómeros

Mafalda Bourbon, de 37 anos, estuda uma doença que se traduz em níveis elevados de colesterol desde a nascença.

Bruno Silva Santos, de 36 anos, procura uma maneira de levar certas células do sistema imunitário a destruir leucemias e linfomas.

Miguel Soares, de 42 anos, também olha para o sistema imunitário: só que a sua atenção centra-se nos hospedeiros do parasita da malária e num mecanismo de protecção natural que desenvolveram.

Miguel Ferreira, de 39 anos, ou melhor, “o grupo do Miguel Ferreira estuda as enzimas envolvidas no processo de sinalização/recrutamento da enzima telomerase, que alonga os telómeros adicionando mais DNA…  pesquisar os artigos do grupo/Miguel Ferreira  (in pubmed por exemplo)”.


Feitas as apresentações, vamos aos estudos. Mafalda Bourbon, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, começou a desvendar as raízes genéticas do excesso de colesterol na população portuguesa há dez anos.

Este excesso de colesterol não se deve a maus hábitos alimentares, tem antes uma razão genética. O chamado “mau colesterol” é eliminado no sangue através de uma proteína: o receptor das lipoproteínas de baixa densidade, existente no fígado. Ora, a maioria dos doentes com hipercolesterolemia familiar tem mutações no gene que comanda o fabrico da proteína.

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Projecto da Universidade do Algarve mede carbono na Ria Formosa

23.11.2009
Lusa

“Uma equipa de investigadores da Universidade do Algarve arranca em Janeiro com um projecto que visa estimar se a Ria Formosa consome ou produz mais carbono e de que forma as actividades humanas influenciam o metabolismo da ria.

A Ria Formosa – sistema lagunar que se estende ao longo de 60 quilómetros entre o Ancão e a Manta Rota -, é à partida um consumidor de dióxido de carbono (CO2), por ser dominada por plantas, que o usam para a fotossíntese. Contudo, a presença de animais (peixes e bactérias) e as actividades desenvolvidas pelo homem, como construções ou estabelecimento de viveiros, poderão contribuir para que a ria produza mais dióxido de carbono do que o que consome.

“A ideia é ver se a Ria Formosa se comporta como uma planta, consumindo mais CO2 do que aquele que produz ou, pelo contrário, como um animal”, resume Rui Santos, coordenador do grupo Algae, do Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve. De acordo com o investigador, o projecto é importante por permitir dar mais um passo no conhecimento dos efeitos da libertação de carbono na atmosfera, sobretudo pelo homem, e consequentes alterações climáticas.

“Vamos avaliar como é que a presença do homem afecta o metabolismo da ria”, diz, lembrando que todas as actividades humanas que impliquem a destruição das comunidades vegetais têm efeitos nefastos no sistema. Como exemplos, Rui Santos indica a construção de marinas, a instalação de viveiros de bivalves – feita normalmente nas zonas de ervas marinhas , e as alterações da qualidade das águas provocadas pelas descargas das Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR).


Os investigadores vão usar dois métodos para medir a quantidade de carbono, nomeadamente, a análise das trocas efectuadas entre a ria e o oceano, a atmosfera e todo o CO2 que entra vindo das ETAR, ribeiras e linhas de água. Por outro lado, vão analisar com mais detalhe cada componente biológica da ria (ervas marinhas, algas, sapal e viveiros, por exemplo) para quantificar quanto produzem e quanto consomem, fazendo depois uma estimativa global.

O projecto, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), arranca em Janeiro e deverá durar cerca de três anos, embora no decurso desse período já devam haver relatórios preliminares.

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Medicina

Universidade da Beira Interior desenvolve tecido com sensores electrónicos

“A Universidade da Beira Interior está a desenvolver um tecido com sensores electrónicos para prevenir lesões em doentes acamados ou com mobilidade reduzida”.
Ver *

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Biblioteca Digital de Matemática na Europa
Várias instituições europeias juntaram-se para organizar uma biblioteca digital de matemática.
O projecto é encabeçado por investigadores portugueses.

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